02/12
2013
Gelato italiano em São Paulo
Categoria(s) Colaboração, Comidinhas, Dicas
Ana Farias

Post escrito pela colaboradora paulistana Lola Fioretti.

Passando pra deixar uma dica muito boa pra quem é de São Paulo.

Estou numa fase muito Revenge mesmo! Depois daquele encontro com o Joshua Bowman no lugar da Ana, agora foi a vez de outra vingancinha básica com ela – que quando foi pra Itália me matava de água na boca com os gelatos deliciosos que ela tomava por lá.

Encontrar o Daniel Grayson dando sopa pela cidade eu não garanto, mas quem é de Sampa pode pelo menos se gabar de não precisar ir tão longe nem gastar em euros quando quiser apreciar um autêntico gelato italiano artesanal!

puro gusto

gelato puro gusto

A dica é a gelateria Puro Gusto, que fica na Oscar Freire, 501 (esquina com a Padre João Manuel). Já conhecia outras, mas fiquei louca com ela. Experimentei boa parte do cardápio, e queria conseguir comer um pouco de cada, mas chegou uma hora em que não cabia mais na-da. Bom, quase nada: sempre rola de roubar uma colherzinha do sorvete das amigas pra provar mais sabores. 😉

gelateria puro gusto

gelato são paulo

puro gusto gelateria

Amei, mas não posso afirmar que o fato de haver um grande número de italianos lindos, cheirosos e bem vestidos prestigiando a inauguração com aquele sotaque que eu amo não tenha contado ainda mais pontos a favor da gelateria. rs

Pra quem estiver em São Paulo vale muito a pena dar uma passada lá, ainda mais com esse calor!

Sugestões: Limoncello, todos os de chocolate, o de caramelo com flor de sal, e o Cremino (creme de nozes e nutella).



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26/11
2013
Fim de ano, família, viagem…
Categoria(s) #causos, Viagem
Ana Farias

Minha mãe é mineira, e quando chega o fim do ano a história é sempre a mesma: tomar a decisão em grupo sobre o destino da família. Se o povo que tá em BH vem pro Rio, ou se o povo que tá no Rio vai pra BH.

Quando meus avós eram vivos a decisão era mais fácil, já que todo mundo se reunia por lá. Agora, com todos os primos já crescidos, e a maioria deles com filhos (tenho primo mais novo que eu a espera de neto!), enfim, ficou difícil polarizar a festa numa casa só.

Nos últimos anos, quem mora aqui tem se juntado na casa dos meus pais, e a correria é pra trazer parte da família mineira (e vocês talvez tenham noção do que seja arrumar lugar pra acomodar mais de 20 pessoas – incluindo mais crianças do que eu dou conta – numa casa onde moram três).  No entanto, parece que pro próximo Natal quem vai ter que se coçar é a gente: decidiram que a comilança será em terras mineiras. Acesso a doce de leite Viçosa? Yay.

Tenho mixed feelings a respeito de festas de fim de ano. Bate uma nostalgia, né? Uma saudade de tudo. Mas ao mesmo tempo é tão bom estar com quem a gente ama mais uma vez, rever amigos que por mais que a gente ame parece nunca encontrar tempo pra ver, e parentes que a vida afastou um pouco mas que continuam no nosso coração.

família

Então a dúvida que paira por aqui agora é: como viajar pra BH. Muita gente pra ir de carro (embora eu sinta muita saudade de nossas viagens na Variant laranja do meu pai, a verdade é que éramos todos pequenos o suficiente pra cabermos confortavelmente no carro. Desconfortável mesmo só meu pai, ouvindo “tá perto de chegar?” a cada dez minutos numa viagem de seis horas), poucos motoristas se habilitando a assumir o volante, vontade zero de ir de ônibus… então o jeito é ir de avião.

Eu e meu irmão fomos incumbidos de ficar de olho nas ofertas de passagens das companhias aéreas (achei passagem de ida pela Azul por R$66 pelo site Cupons Mágicos, agora tô procurando mais barato pra volta), e agora é torcer pra ter muita comida boa na casa da minha tia. Será que dá pra sonhar com arroz com pequi nessa época do ano?

E vocês, planejando viajar?



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27/08
2013
Dicas de compras (de banho!) na Itália
Categoria(s) #Itália, Achados, Banho, Cabelos, Fragrâncias, Viagem
Ana Farias

Hoje tava precisando levantar o astral, e resolvi escolher alguns produtos de banho na caixa italiana (quase um ano depois da viagem e ainda não usei praticamente nada).

Uma coisa que eu gostei demais por lá é que a gente não precisa de muito dinheiro pra ser feliz. Tudo bem que comprei MUITO mais do que podia na época, fiz compras sabendo que quando chegasse aqui pagaria com juros o cartão de crédito, mas como sabia que não repetiria a dose, valeu cada centavo do meu dinheiro suado.

Digo isso porque não é necessário chegar lá querendo grife pra ser feliz, se essa não for a sua realidade. Em qualquer super mercado você encontra MUITA coisa boa por alguns poucos euros, e volta pra casa se sentindo rica. Bom, até a soma dos euros se transformar em conversão no dia de pagar a fatura.

Pra maquiagem, nos supermercados tem seções inteiras recheadas de produtos, e em muitos deles é possível encontrar as novidades de marcas como Maybelline, Revlon, etc. Nas lojas de departamentos, procure Essence, e nas perfumarias duas boas opções são a Pupa e a Deborah Milano. E nem preciso falar que não entrar na Kiko e fazer a festa é praticamente sacrilégio!

Tendo a chance de visitar algum outlet, procure por lojas próprias da Kiko e da Pupa, pois é possível encontrar umas promos bem bacanas. Fora a vantagem de ter várias outras lojas de delícias pro corpo por perto – de espuma de banho à sorvete Lindt! rs

 

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Da Pupa, por exemplo, além de make trouxe algumas coisas bacanas de banho, como sabonetes cherosíssimos, dois por um euro (tinha comprado alguns numa farmácia por dois euros e pouco, pra presentear minhas tias, me arrependi!). Ao lado acabei conhecendo outra loja muito boa: a Bottega Verde, que tem tudo pra corpo e cabelo, nas fragrâncias mais deliciosas que você puder imaginar.

Pra corpo, minha dica é: antes de passar na Sephora e se apaixonar por coisas bem mais caras, dê uma olhada no supermercado. Nesse ponto sou pela quantidade (ou pela economia, se vocês preferirem), já que a gente encontra coisas ótimas por preço menor. Ou compra mais, ou compra igual – só que por menos.

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1. Shampoo Purificante Garnier Ultra Dolce: Garnier, Dove, Elseve (acho que lá é Elvive), essas marcas que a gente conhece e nem sempre dá muita bola, possuem linhas inacreditáveis de lindas fora do Brasil. Essa Ultra Doce eu recomendo de olhos fechados, boa e mais cheirosa não há. Trouxe dois diferentes.

2. Creme de cabelo Brazil, Bottega Verde: disciplinante, tem óleo de castanha do pará e queratina. Na loja tem zilhões de linhas inspiradas em tudo que é lugar fantástico do mundo, e qual a pessoa escolhe pra trazer pro Brasil? hahaha Mas foi pelo cheirinho de coco, tão bom.

3. Espuma pra banho Bottega Verde: dei sorte numa promo, eram três embalagens grandes de sabonete líquido por dois ou três euros, não lembro. Trouxe o pacote que vinha com fragrâncias de framboesa (o da foto), de laranja e de amora. Faz uma espuma doida, nossa, devia ter trazido mais seis de cada!

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4. Hidratante Corporal I Love… Calypso Dreams: a I Love Cosmetics é americana, encontrei em algumas perfumarias. As combinações de fragrâncias são mara, naquele estilo Body Shop de ser. Foi um pouco mais caro, acho que uns 5 euros. O cheiro desse é sensacional, coquetel de frutas com maracujá, pêssego, e toque cítrico. Devia ter trazido o sabonete dele também!

5. Latte+Tonico 2in1 Illuminante Clinians: esse produto da Clinians eu encontrei numa farmácia e achei meio doido, mas resumindo é uma mistura de leite de limpeza com tônico facial. No início eu não gostei, porque você aplica no rosto, massageia, depois vem com uma toalha úmida ou algodão e retira o excesso. Achei que o rosto ficou pegajoso, e que cairia melhor em peles secas. Mas fui fazer outras coisas e quando vi o rosto tava sequinho e macio.

6. EDT Capri Villa, H&M: ah, essa vida de rica! Ah, peraí, o perfume evaporou… rs Enfim, cheira de rica vestida de caftan comprando artesanato local na costa do mar Tirreno. Não dura muito na pele, mas é baratinho como tudo na H&M, e a variedade de fragrâncias é boa – dáum presentinho bacana pras amigas, por volta de 4, 6 euros. E a H&M também tem uma seção de banho delicinha!



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02/08
2013
@MinasGerais: Gruta da Lapinha
Categoria(s) Viagem
Ana Farias

Uma dica de passeio bacana pra quem está em Belo Horizonte ou proximidades é a Gruta da Lapinha, em Lagoa Santa. Ela faz parte da Rota das Grutas da região arqueológica de Minas, e acredito ser a de mais fácil acesso pra quem está no perímetro da capital.

A gruta foi descoberta em 1835 pelo naturalista dinamarquês Peter Lund. Ela tem 700 metros de extensão, mas apenas 511 metros são abertos ao público, em quinze salões. No mais profundo, chegamos a 40 metros, o que pode ser um problema pra quem sofre em ambientes fechados – como eu, que quase pedi pra sair.

Independente deste pequeno detalhe, é um programa legal pra fazer inclusive com crianças: o parque ao redor tem muito espaço verde, dá pra fazer piquenique, e eles vão se sentir verdadeiros exploradores! rs

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Na sede mesmo já tem coisa pensada pra eles, que não são exatamente pacientes, né?, como joguinhos ligados ao universo da Rota das Cavernas, que ficam à disposição até chegar a hora da visita guiada.

A primeira parte acontece no museu. Primeiro somos levados até uma mesa de granito com mapas e fotos da gruta, dos animais (morcegos e aranhas entre eles, mas a gente não vê nada, só tendo muita sorte. Sorte SQN). De lá vamos pra uma sala onde se vê um mapa incrível da região arqueológica de Lagoa Santa, com informações históricas incríveis – pra quem curte, é um programão de verdade. Poderia ter ficado muito mais tempo por ali ouvindo a guia, mas tudo acontece meio rápido e depende da dinâmica do grupo.

De lá vamos pra uma sala assistir um filme sobre a região feito na década de 1940. Não é toda criança que vai gostar dessa parte, porque não é em HD né gente! rs Mesmo pros adultos pode ser chatinho, porque os bancos são muito desconfortáveis. E algumas cenas são de dar pesadelos: imagine o povo entrando na caverna com umas tochas que pareciam fogos de artifício, e todas as imagens bruxuleantes que se seguem – ao som de uma música clássica escandinava muito intensa (Peer Gynt, de Grieg, e só sei disso porque tenho pai classiqueiro e fui obrigada a ouvir muitas vezes antes de aprender a gostar).

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A sensação é que o filme é meio demorado, talvez pela falta de conforto mesmo. E depois vem a única parte realmente sem graça da visita: o Museu Peter Lund. Sem graça porque o acervo é formado por pedaços de ossadas de animais extintos, mas tudo que se vê é isso: pedaços de ossos. No Natal da minha família é possível observar uma carcaça bem mais completa: a do peru!

Pelo que entendi, os fósseis mais interessantes foram pra um museu dinamarquês. Estamos falando de mais de 12 mil peças de espécies animais da Era Cenozóica, como tigres-dente-de-sabre, tatus e preguiças gigantes, raposas e até ursos. Vizinhança maneiríssima, essa, hein, Luzia?

Bom, saindo da sala, vamos todos colocar nossos capacetes amarelinhos e seguimos pra gruta.

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O Museu Arqueológico da Lapinha fica dentro do parque, mas o valor da visita não está incluído no bilhete de entrada. Mas devia! Pagamos 15 reais por cabeça, sete por cada criança, e apesar de muito bacana trata-se de um preço alto pro que é. Pra entrar no museu, é necessário pagar mais quatro reais. Queria muito ter ido porque o acervo de lá é muito interessante, mas o pessoal saiu cansado da caverna – eu principalmente, que precisei tomar uns dois comprimidos de passiflora de uma vez pra não desmaiar enquanto estava lá dentro. Risos, mas é sério!

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A gruta é um trem lindo demais, mas não tenho câmera boa o suficiente pra reproduzir (minhas fotos ficaram péssimas, só essas se salvaram e não dão conta da bela realidade)! Formada há 900 milhões de anos, é o resultado da erosão de rochas calcárias que surgiram de restos marinhos acumulados em camadas pelas correntes de água que passavam por ali. São vários tipos de espeleotema (formações rochosas típicas de cavernas), como a couve-flor, a cascata, a cortina e a pirâmide. É surpreendente observar as estalactites e estalagmites com formas engraçadas! Tem um salão que pedem pra gente dizer o que estamos vendo, e o povo chuta de caveira até teta de vaca.

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A entrada não é tão assustadora quanto a saída (eu tava tão em desespero por ar do exterior que nem pensei em tirar fotos no final da visita, ainda de dentro da caverna. Mas, pra vocês terem uma ideia, o portão é uma grade de ferro que fica num ângulo quase deitado, e a gente tem que subir uma escada pequena, mas íngreme, pra chegar até ele. As crianças do grupo correram porque parecia ser muito legal, e eu fui abrindo caminho empurrando quem tivesse na frente porque queria sair daliiiiiii! hahaha Brincadeira, não empurrei ninguém não, mas digamos que a guia precisou pedir pra passar na frente pra conseguir abrir a grade.

Confesso que não é pra qualquer um não, viu. Já tinha visitado uma ou duas vezes quando criança, e não me lembrava de ter tido uma experiência ruim até dessa vez, já burra velha (na minha família isso não é exatamente um insulto, e sim sinônimo de “você já está grande/adulto demais pra isso”). É que tenho tido umas crises de ansiedade desde que desmaiei no ônibus (lembram?), e quando cheguei na parte mais profunda bateu uma falta de ar. Precisei focar pra não perder a calma. Eu que sonhava em conhecer a Gruta do Maquiné – taí uma coisa que não me vejo mais concluindo!

E toda essa região tem coisas incríveis pra se ver, é pra dias e dias. Tem passeios a pé que duram horas, e refazem caminhos que remetem ao século XVIII. Deve ser muito bacana, mas eu preferiria fazer de carruagem. Ou de helicóptero. 😉

A visitação da gruta (sempre guiada) é aberta de terça a domingo, das 08:30 às 16:30. Pra saber como chegar partindo de BH é só ver o mapa AQUI, e o telefone pra informações é o (31) 3689-8422.



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01/08
2013
Produtos pra levar em viagens
Categoria(s) Banho, BB Cream, Cabelos, Fragrâncias, Rosto, Viagem
Ana Farias

Não sei como vocês costumam preparar o necessaire pra viagens, se são do tipo que preferem comprar tudo baratinho no lugar quando chegam e deixar por lá mesmo, se levam zilhões de produtos, se são mais comedidas. A cada viagem que faço (e não são muitas, infelizmente) costumo levar um necéssaire mais enxuto. A não ser que seja de carro, aí eu levo tudo que quero mesmo sabendo que não vou usar nem um terço.

Mas se vou precisar carregar mala, tô virando a econômica. A dica número 1 é sempre investir em miniaturas e travel sizes, especialmente pra viagens curtas. Alguns produtos duram muito mesmo assim, viajando com a gente várias vezes antes de acabar. E as embalagens precisam ser práticas, com bons fechos, pra evitar derramamentos que matam a gente de raiva. Podendo ter várias funções também, melhor (como um bom creme que sirva de condicionador e leave in, por exemplo).

resenha de produtos

Alguns produtos que acho bem legais pra carregar em trips são esses da foto. Apenas o shampoo e o condicionador Reparador Aromacologia, da L’Occitane, são travel size (75 ml), e mesmo assim já foram pra duas pequenas viagens comigo e não usei nem um terço (lavando os cabelos no máximo dia sim, dia não). É um combo super econômico, com cheiro de riqueza, e não custa muito caro (R$16 e 18, respectivamente).

Como leave in gosto desse óleo de argan do C.Kamura, que tem uma embalagem bem estreita, ótima pra levar na bolsa no dia a dia. Ele é super cheiroso, dá um help gigante na hora do secador, segura bem a juba. Uma tia gostou tanto que acabei dando pra ela, mas só porque tenho outros que gosto em casa e tô treinando diariamente o desapego… rs Reparem que já tinha usado um bocado em casa, usei todo dia durante quase uma semana na casa dela, ele ainda ficou lááá no comecinho. É só usar gotinhas mesmo, ele é bom desse jeito! Custa R$40 (60ml).

produtos pra levar em viagens

Com o Revitalift Total Repair 10 da L’Oréal eu meio que tenho um caso de amor e não tão amor assim. Ele é um produto incrível pelo que promete: combate sinais de envelhecimento (como rugas, perda de firmeza, desuniformidade no tom e na textura da pele), hidrata e protege (tem proteção solar pequena, mas tem). Ou seja, seria a perfeição pra levar em viagens, se não fosse um pequeno porém: a textura do creme, combinada com pele oleosa e calor pode não ser a melhor pedida. Pra mim funciona super no inverno, e embaixo de maquiagem. Se eu quiser usar só ele, dali umas horas a zona T fica brilhando. O preço fica em torno de R$60.

Falando em maquiagem, tô num love sem fim com esse BB Cream Nude Magique, também da L’Oréal. Falei dele AQUI. É o tipo de produto perfeito pra quem não tá pensando em se embonecar todo dia: dá uma corzinha mais homogênea pro rosto, matifica mantendo um brilho saudável. Custou uns 12 euros. Adoro ele, uso tanto que já deve estar acabando. :(

gruta da lapinha

Um desodorante que eu tava louca pra falar dele pra vocês é o Natural Touch da Dove. Comprei praticamente no meu último dia na Itália, meio sem levar fé (porque ele é líquido em spray, nunca tive experiências muito boas com esse tipo de produto), só pra ver mesmo no que dava. E me apaixonei! Me arrependi de não ter trazido mais dele. O cheiro é suave, protege durante muito tempo, seca relativamente rápido (pra quem tá acostumada com spray seco…), não mancha a roupa, enfim, perfeito. Custou, se não me engano, menos de 3 euros. A Dove devia muito trazer ele pro Brasil.

Pra terminar, dica de perfume maraaaa: o Lady Gaga Fame! Falei dele AQUI na época do lançamento, gente, é o perfume mais incrível! Todo mundo pergunta “quem tá com esse cheiro bom?”, e é bom demais. É uma fragrância inusitada, que a gente não consegue entender de primeira se é floral, se é adocicada, e ele é tudo isso sem ser nem um pingo enjoativo. Super feminino, mas nem um pouco óbvio. Eu tô apaixonada por ele! Comprei a versão menor, de 30 ml, por R$130.



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