15/03
2012
Seis coisas bonitas
Categoria(s) #Inspirações, Decoração, MakeUp, Moda, Viagem
Ana Farias


Gostei demais do conceito criado pro Hervana da Benefit: é o blush iluminador de bom karma! “Tudo que vai… volta!”, é o que diz na descrição. E não é verdade? Todo bem e todo mal que se passa pra frente, volta pra gente. E pra quem busca “exuberância de iluminação”, o produto oferece quatro cores que podem ser usadas juntas ou separadas (Lucky Sheel, Divine Peach, Heavenly Rose & Berry Delight). Super fofo, menos no preço: R$114.


Estampa da Maria Filó para C&A, que chega às lojas hoje. Tô amando muito estampas lúdicas em camisas de corte masculino. A estampa quebra um pouco a modelagem, e vice-versa. Sempre chique e feminino na conta. ;) Essa custa R$79.

Ideia de decoração bem colorida que eu adorei, apesar de que a @arqteturas me mandou essa foto pelo detalhe: as corujinhas (reparem na da almofada!). Exemplo perfeito de utilização de cores fortes e mix de estampas em ambientes. Invejinha de quem trabalha como designer de ambientes, deve ser tão divertido!

Aline Weber em editorial da Elle desse mês. Não gostei muito da roupa em si, mas adorei a combinação de cores, a mistura de estampas, os cortes das peças. E o delineador gatinho também! Tô impressionada com a quantidade de páginas com publicidade na Elle, aliás. Anos pra chegar nas matérias…

Foto que recebi dos bastidores da campanha de inverno da Daniele Mabe, que foi fotografada na Escócia. As Highlands, ou Terras Altas, é um dos meus destinos dos sonhos. Quem não lembra do filme Highlander? Melhores locações da história do cinema! ;)

Falando em locação dos sonhos, cobertura da Diane von Furstenberg em NY. Tem como não amar? Fotos do interior no site da revista Architectural Digest. Morar assim deve fazer um bem pra vista! ;)



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Seis coisas bonitas
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27/04
2011
Comprinhas na Liberdade
Categoria(s) Compras, Pincéis, sombra, Unhas, Viagem
Ana Farias

Tô aqui dando fim aos poucos na bagunça generalizada, e encontrando meus batons perdidos no buraco negro do quarto que já está livre do cheiro de mofo há quase uma semana, e achei a sacola com compras que fiz na última ida à Sampa.

Mas antes de mostrar tudo, queria agradecer de coração a atenção de vocês no post sobre o mofo. Bolei um plano aqui, e a primeira arma usada, o vinagre branco, tá impedindo o branco de voltar. Com isso voltei com parte das coisas pro armário (deixei de fora prateleiras e gavetas por enquanto), e tô podendo ver minha cama de novo. Foi o melhor presente de aniversário que eu poderia ter recebido! E é hoje, hein! Meu aniversário. Já falei? Já falei?  :)

Vamos considerar então o que vou mostrar como meu auto-presente, ok? rs

Bom, fui pra lá com duas amigas, a Luciana (colaboradora) e a Lívia Regly (Somewhere in world), direto pras três lojas mais conhecidas: Audrey, Ludovicus e Ikesaki. No caminho entre uma e outra fui entrando em algumas lojas de rua, mas era coisa interessante demais pra ver em pouco tempo. Uma pena.

A loja que mais gostei foi sem dúvida a Audrey. Tudo bem que a Ikesaki é gigantesca (principalmente a loja antiga, na praça) e tem tudo que você possa imaginar no mesmo lugar. Mas em termos de coisinhas tchutchucas a Audrey dá banho. A Ludovicus achei bem sem graça, e muito careira.

Quando você entra na Audrey não sabe pra onde olhar primeiro, mas meu olhar sabia pra onde ir: pro porta-pincéis porta-tesouras (descobri ontem no salão!) em forma de coldre com pelúcia de animal print pra colocar na cintura, é claro! rs

Mas não comprei, tava meio caro, e eu sabia que não usaria. Na segunda foto, pinças de todas as estampas. A terceira foto é de uma lojinha de rua, havaianas de madeira que minha mãe deveria ter usado pra encher de palmada o forébis do meu irmão anos atrás. :)

A quarta foto foi tirada na Ludovicus, e minha única compra lá foi uma desas cartelas de adesivos pra unha. Me arrependi de não ter trazido a de pinguins também!

Ainda não usei, mas super vejo essas bananinhas em cima de um esmalte marrom acobreado da Hits que eu tenho. :)

Falando em esmaltes, pelo que notei só na Audrey dá pra encontrar marcas mais diferentes. Na Ikesaki só tinha Colorama, Impala, Risqué e Ana Hickman. Essa primeira fileira é toda da Audrey (custaram entre 3 e 12 reais – o mais caro foi o craquelado da Rivka). Meu preferido é o cinza com furta cor da Betty Boop, LIN-DO!

Comprei a coleção Cine Risqué na Ikesaki, mas me arrependi. Dois dias depois que cheguei já encontrei aqui em Niterói. Gente, pra que tanto esmalte numa mesma coleção? Não fiquei muito animada com nenhuma cor, pra ser sincera. Vamos ver nas unhas. ;)

Enfim, trouxe um kit extra pra sortear pra vocês, ok? Quem ainda não tiver encontrado espera um tiquinho a sorte que coloco o post do sorteio no sábado.

De maquiagem, por incrível que pareça, só trouxe duas sombras e dois pincéis! Juro! Fiquei tão orgulhosa de mim mesma!!!!!

Sou muito apaixonada por marrom acinzentado, então gamei na sombra Bauhaus, do Duda Molinos. Tem aquela cor de esmalte que eu gosto (tipo o Particulière). Ele eu comprei na Audrey, o duo ao lado, o número 10 da Vult (o mais lindo de todos!), comprei na Ikesaki. Ele é tão incrível que as meninas me copiaram e compraram também:

A sombra iluminadora é algo entre o branco, o prata e o champagne. Muito linda! Minha sombra do Duda quebrou na viagem. :(

Os pincéis são achatados. O da Macrilan (KP1-9) eu comprei porque é bonitinho e só custava 4 reais. Gosto desse tipo de cerda pra passar sombra molhada, além de corretivo, primer, sombra cremosa, o de sempre. O pincel de baixo é da Klass Vought. Foi mais carinho (14), mas era um dos mais baratos da linha Ekkoline, que eu queria experimentar. Cerdas firmes com esse formato é ótimo pra aplicar sombra na linha dos cílios inferiores, e pra passar delineador líquido ou em gel.

A Ekkoline é uma linha dita ecológica, com cabo feito de fibra de bambu, e cerdas de taklon. Mas os pincéis vêm acondicionados em embalagens de plástico como os outros, tám. O taklon texturizado promete melhor aderência do produto. Gostei porque as cerdas são bem juntinhas, e pelo menos nas primeiras lavagens não abriram pra tudo que foi lado como alguns pincéis mais vagabundinhos que eu tenho.

A Audrey é o paraíso dos pincéis e dos cílios postiços. Cuidado ao viajarem e passarem por lá, gals.

Não comprei postiços, mas comprei uma caixinha achando que era embalagem pra guardar postiços. Nem tenho desculpa de dizer que tava tudo em chinês, porque bem do lado tinha um pencil sharpener gigantesco, e algum inglês eu entendo! rs Mas era um apontador fofinho, então tudo bem.

O saquinho com três pinças da Innovare custou R$5,50, o apontador duplo (daqueles que apontam lápis jumbo também) custou 4.

No caixa fica um monte de caixinhas com coisas fofas não muito caras, a gente tem que ter muita força de vontade, viu. Acabei comprando ali um tubinho com mini sabonetes em lâminas. A idéia é levar dentro da bolsa pra poder lavar as mãos em qualquer lugar sem depender do dono do estabelecimento. Se você for mulher, você me entende.

Mas comprei porque é fofo. Fofo, fofo, essa palavra gasta todo o meu dinheiro!

Mas por dois reaizinhos tudo bem, né?

Achei uma lembrança legal. Uma única folha faz uma certa espuminha e dá pra lavar a mão. Mas não assim é muito cheirooooso.

Tinha de várias cores.

A última coisa que comprei na Audrey foi uma piranha de cabelo super baratinha, mas forte, daquelas que não quebram em contato com cabelo (tem umas que quebram só com cheiro de cabelo). Custou 4 reais e imita textura de madeira. Na mesma foto, compras da Ikesaki, uma escova e um creme pros pés:

O creme eu comprei porque não dá pra deixar pra trás algo chamado Lisa Pé. Tem cheiro de creme pra cabelo (rs), e textura engraçada, vou usar umas semanas e depois digo o que achei. Meu pé tá cascudinho de verão, momento perfeito pra testes. Ah, e foi baratíssimo, menos de 6 reais.

A escova da ProArt eu tava querendo há muito tempo, e custou 35 reais, mais barato do que outras parecidas que vi aqui em Niterói. Ela é da linha térmica Thermi Color, tem o corpo revestido de cerâmica (o que retém o calor do secador por mais tempo), e cerdas mistas com altura dupla. O que isso significa? Que ela é perfeita pra quem quer alisar o cabelo enquanto faz a escova. As que só têm as cerdas mais altas, flexíveis e esparsas servem pra modelar o cabelo durante a escova. Descobri isso lá. :)

Pra terminar, entrei num corredor cheio de pequenas “lojinhas”, que imagino ser tipo um camelódromo. Entrei porque vi na vitrine essa coisa muito mais linda. Achei que fosse só um chaveiro, mas era um…

… reloginho!

Foi bem baratinho e não resisti, mesmo sendo uma pessoa que não costuma ver hora (tenho dois relógios que ficam tão bem guardados que nem sei por onde andam). Mas quem resiste a uma coruja fazendo striptease pra mostrar a hora? rs

Viram como me segurei bem? Sempre achei que fosse pirar meeeesmoooo na batatinha por lá.

A única coisa que me arrependo de não trazido foi uma embalagem com quatro miniaturas de shampoo/condicionador da Ox. Tava por 8 reais na Ikesaki, mas quando vi já tinha passado pela fila gigantesca e não quis entrar nela de novo. Quando cheguei aqui em Nit vi o mesmo kit por 32 reais!

Gostaram das minhas escolhas?

Depois coloco os swatches dos esmaltes Risqué e a caixinha pro sorteio. :)

Agora vou lá curtir meu B-Day!



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Comprinhas L’Apogée
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Das Coisas que Acontecem Quando Passo na Liberdade…
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Comprinhas no mercado asiático
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A Pedidos: comprinhas MBE n º C & A
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COMPRINHAS PINK DISCOUNT
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17/03
2011
Sobrancelhas novas (e sobre as diferenças entre paulistanas e cariocas)
Categoria(s) Achados, Sobrancelhas, Viagem
Ana Farias

Senta que lá vem história.

Quem é fã de Friends e viu e reviu todos os episódios, com certeza se lembra daquele no qual o Joey vai fazer as sobrancelhas pela primeira vez. Não? Resuminho rápido:

Ele arma uma confusão tão grande por causa da dor que acaba saindo da esteticista com apenas um lado feito, e quando Chandler o encontra diz ”Hello, Victor-Victoria“, sugerindo que ele já podia interpretar o papel da mulher que finge que é homem que finge que é mulher no musical da Broadway. Daí logo depois o Chandler, cujo pai é uma drag queen em Las Vegas, revela que sabe fazer sobrancelhas, e as iguala perfeitamente, sem dor, graças à sua loção secreta à base de aloe vera.

Lembraram? Um de meus episódios preferidos ever!

Mas por que trago essa história pra ordem do dia?

É que só consegui pensar nisso quando fui fazer minha sobrancelha no Retrô Hair, salão na Rua Augusta sugerido pela Claudinha Stocco e pelo Sadi Consati. :)

No dia aconteceu o seguinte: marquei horário no meio de uma maratona super cansativa que envolveu trabalho até de madrugada e duas viagens no espaço de uma semana, e durante o almoço ainda inventei de tomar um vinho maravilhoso que descobrimos num bistrô francês – vou falar ainda deles, do vinho e do bistrô. Aí cheguei, dei oi pro povo no salão, e deitei na cadeira do designer de sobrancelhas. Claro que entrei em alfa quase que imediatamente. Não dormi, mas sabem quando a gente fecha os olhos e continua ouvindo as pessoas falando ao redor, mas dá uma desligada no sistema? Assim.

Tava sem fazer a sobrancelha com minha designer de Niterói há meses sem fim, desde o ano passado. O desenho dela tinha sumido, as falhas tomaram conta. Quem fez depois, pedi pra só limpar mesmo, sem mexer muito no formato. E eu fiz um monte de caca sozinha. Enfim, tava uma floresta. Como o Victor Margoli foi super bem recomendado, e eu tava naquele pique frenético-not que falei, nem me passou pela cabeça dizer pra ele redescobrir o desenho que já tava lá, e não afinar muito a sobrancelha.

É que como eu tava num momento Malu Mader, achei que ele não mexeria muito na espessura. Tipo, se você chega loira no salão, o profissional não pode deduzir que você queira sair de lá com cabelos negros como a asa da graúna. Mas a gente NUNCA deve achar que essas coisas são óbvias, né. Sempre é bom falar o que se quer e o que não se quer.

Uhn, já entenderam, né?

No meio do meu meio-cochilo, eis que o Victor – e só agora percebi que o nome dele e o episódio de Friends possuem um link! – me cutuca. Acorda, Ana. Olha a diferença! Gente, quando consegui abrir o olho e me vi no espelho, foi como se eu tivesse levado um soco no estômago.

É que eu tava assim:

Hein, hein?

Mim, Victor-Victoria!

Eu conseguia ver a beleza e perfeição do design no meu lado esquerdo, e o matagal desenfreado do lado direito. Mas 1) eu realmente não queria ter sobrancelhas tão finas, 2) me deu pavor de pensar que ele NUNCA conseguiria igualar completamente a que não estava feita. :/

Mas segurei o pânico, porque além do vinho no sistema eu também tenho uma coisa boa: abraço mudanças de visual com certo relax. Cabelo cresce, gente. Então fui toda pimpona mostrar pras meninas, dizendo que tava pronto, quem acreditou levou susto, todo mundo riu, momento palhaça, ok, de volta pra cadeira pra ver o fim do trabalho.

E, claro, o Victor suuuper deu conta do recado. No final eu tava assim:

Esse é o Victor, que também é maquiador, e é um amor de menino toda vida, e foi tão fofo que me “melhorou” pra foto, passando delineador e glitter no meu olho (pena que não dá pra ver, tava lindo) e gloss de rica. Todo mundo adorou o resultado, e eu também. Ficou muito perfeito.

E vocês podem pensar que eu tava muito bêbada pra não ter sentido o Victor me depenando. Mas eu não tava bebâda não! Ele é que, assim como o Chandler, tem uma mão tão leve, mas tão leve, que a gente não sente dor ne-nhu-ma. E ele nem precisa de loção de aloe, hein. É dom de anjinho, mesmo. O processo todo foi um carinho, e acho que foi o que me deixou mais sonolenta ainda na cadeira! ;)

Claro que só aí notei que todo mundo no salão tinha sobrancelhas mais finas, então isso faz parte de uma certa cultura paulistana mesmo, de repente – pelo menos em contraste com o Rio, onde a gente acaba optando por um efeito mais natural, um desenho não tão certinho. Vejam bem, não tô dizendo que toda paulistana tem sobrancelhas finas, e toda carioca sobrancelhas grossas. Apenas que de um modo geral em SP existe uma busca pelo shape mais “perfeitinho”, digamos assim, enquanto que no Rio mesmo quem faz design não afina demais em nome dessa perfeição. Quem for do Rio ou de Sampa pode dizer se concorda ou não com essa minha impressão. :)

Bom, o certo é que nos dias seguintes rolou uma certa dificuldade em me acostumar com o novo rosto no espelho (o poder da sobrancelha!!!). A moldura tava diferente, não parecia eu. Mesmo gostando do resultado, não tava certa de ter gostado do efeito. No final me acostumei, e agora acho que o problema será me acostumar com ela grossinha novamente.

Porque, claro, pretendo deixar a mata voltar, e fazer a sobrancelha novamente apenas quando for possível engrossar o desenho. Por uma questão muito simples, gente. Tenho mãe e seis tias que foram jovens nos anos 70, quando a moda era o desenho arqueado e beeeem fino. E até hoje as sobrancelhas delas são arqueadas e finas. Após uma década retirando os pêlos, eles não cresceram mais. E eu não quero ser uma vovó com sobrancelha fora de moda, né? Por mais lindo que o desenho seja hoje.

Pra mim, que tenho sobrancelhas grossas, é uma mudança drástica demais, e o fim seria inevitavelmente esse: ter que viver com um desenho muito longe do meu original. Melhor não mexer tanto assim com a natureza, né? Vai saber… 

Mas voltando ao Victor, o único problema que identifiquei no atendimento foi esse: não ter conversado comigo a respeito do que eu queria, daí dizer o que ele gostaria de fazer e o que era possível conseguir em termos de sobrancelha livre de falhas (coisa que a minha realmente está agora!). Mas, pra ser sincera, posso ter dito pra ele fazer o que quisesse, porque estava sim muito cansada e ligeiramente embriagada. Então fica mais como uma dica pra todas vocês do que como uma reclamação contra ele: com qualquer profissional e com qualquer serviço, sejam sempre incisivas em relação ao que esperam. E não bebam duas taças de vinho antes de ir pro salão. :)

E ele está mais do que recomendado! Se sua sobrancelha for como a minha e você não deseja mudar, deixe apenas isso bem claro pra ele. Coisa que pretendo fazer em minha próxima ida ao Retrô!

Pra quem não conhece o salão, alguns pics:

O design de sobrancelha custa 35 reais. A escova custa 40, a gente fica deitada enquanto eles lavam o cabelo e… tchanam!… ainda ganha uma super massagem. Não fiz dessa vez, mas numa próxima com certeza!

Quem idealizou o salão foi o Rogério Santos, que tem planos de trazer o conceito pro Rio (yay!). Pra saber mais sobre o espaço, é só visitar o site do Retrô Hair. Eles têm um blog também. :)



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A maga das sobrancelhas
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Sobrancelhas com henna
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Makette Mel: Sobrancelhas
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Diquinha Rápida pras Cariocas
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Moda Entre Amigas: reciclar o closet ficou mais fácil!
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03/03
2011
@Sampa: Virgin Again
Categoria(s) Acessórios, Achados
Ana Farias

Visitei várias lojinhas na galeria Ouro Fino, que é local conhecidíssimo dos descolados paulistanos. Pra quem nunca ouviu falar, são três andares lotados de roupas e acessórios super interessantes, diferentes. Pra quem gosta de caveirinha, por exemplo, um prato cheio.  Toda loja tem pelo menos 50 opções diferentes, das mais discretas às mais loucas.

Mas não vi muita coisa em conta, e talvez por isso mesmo, por ser a galeria ”conhecidíssima”. Pra falar a verdade, os preços de um modo geral são meio absurdos. Na primeira loja que entramos vi écharpes de caveirinha por 90 reais, num tecido que não era pra tanto. E a dona/gerente ainda tratou a Claudinha Stoco mal quando ela pediu pra tirar umas fotos, o que me fez deixar o que ia comprar em cima do balcão.

No segundo andar, achamos finalmente uma lojinha que reunia preços razoáveis, peças bacanas e ótimo atendimento: a Virgin Again (que está mudando pro térreo, loja 103).

Foi lá que comprei meus novos anéis tchutchucos:

Lindos, né?

Queria uns de caveira, mas nenhum ficou legal. Achar anel que caiba no meu dedo é mais difícil que achar sapato que não machuque meu pé!

As duas panteras e a coruja no galho são de lá, e custaram 36 reais cada. O que é só a cara da coruja tinha lá também, mas foi presente da Claudinha – que é mestra em encontrar anéis legais, e comprou esse em outro lugar.

Outra coisa que achei com preço bem legal foram os arcos e casquetes mega incrementados, com preços entre 25 e 55 reais. Na Accessorize custam o triplo!

Abaixo, eu com uma casquete e Julia com um arco:

Tinha de várias cores, mas ando numa fase nude (creme, bege, cinza, rosados), então separei estes pra foto. Acabei comprando esse primeiro da esquerda, o que usei na foto. Sei que vão rir de mim em Niterói, hahaha, mas mal posso esperar pra dar uma de Carrie (a Bradshaw, claro, mas aqui vão me chamar de ”a Estranha”!).

Bobeira a gente não usar sempre, acho tão lindo, dá um charme. E dá pra incrementar o look pro carnaval também, uma casquete e uma maquiagem legal, shortinho, camiseta e havaianas, não precisa de mais nada! ;)  

Mais uma coisa que amei na Virgin Again foi a quantidade de camisetas com estampas incríveis, divertidas, diferentes, etc. E com malha super confortável.

Enquanto dava uma olhada nos cabides, vi uma coisa que me deu vontade de providenciar um baby imediatamente:

Gente, imaginem minha filhota, que seria uma peruinha COM CERTEZA, vestida com atitude num macaquinho de estampa da Amy Winehouse? Tudo.

Pena que meu sobrinho já tá um mini adulto de quase 4 anos, senão teria comprado esse do Sex Pistols, meu irmão ia adorar. :)

A Galeria Ouro Fino fica na rua Augusta, 2690. A maioria das lojas abre depois das 11 da manhã. E não façam nenhum tipo de piadinha sobre ISTO com suas amigas caso estejam perto do cara que atende na loja de piercing, porque ele sobe no tamanco e te ataaaaacaaa!!!! Vira vendedor de piercing with lasers!



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@Sampa: Joulik
@Sampa: Joulik
KIEHL’S EM SAMPA
KIEHL’S EM SAMPA
Alguns Cliques de Sampa
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Mais comidinha boa @sampa (1)
Mais comidinha boa @sampa (1)
Mais comidinha boa @sampa (2)
Mais comidinha boa @sampa (2)
02/03
2011
Outono-Inverno Jorge Bischoff
Categoria(s) Acessórios, Lançamento
Ana Farias

Tem algumas marcas que mesmo não fazendo parte do nosso roteiro habitual de consumo, acabam fazendo parte do nosso dia a dia. Porque a gente lê revista, e elas estão lá em cada Elle, em cada Estilo, em cada Vogue.

Uma dessas marcas pertence a Jorge Bischoff, conceituado designer de sapatos e acessórios gaúcho que sempre me chamou a atenção por combinar criatividade e elegância em suas peças. E nessa última ida à Sampa tive a chance de ver tudo tête-à-tête, já que fui com a Julia na loja conceito da Oscar Freire, uma loja gigante e linda cheia de tentação pra todos os lados.

A gente teve acesso ao preview Outono-Inverno 2011, e apesar do meu ar blasé, posso garantir que tava doida pra colocar umas peças embaixo do braço e correr pras montanhas com elas! ;)

Algumas que gostei mais:

Nessa categoria “abotinados” entra tudo. É o famoso “como é que chama?” que minha vó vivia repetindo quando esquecia o nome de alguma coisa (ou de algum neto). Parei de tentar entender as denominações! rs

Mas olha, ver a bolsa e a bota de cobra, a bolsa de zebra e a bota cowboy foi tenso, porque é duro se apaixonar e não trazer o amor da gente pra casa. Coração partido total.

Outra coisa: quando a gente pega nos sapatos e bolsas, dá pra sentir de verdade como o material faz diferença. Continuo amando meus baratex bem feitinhos, mas o que é a qualidade dessa marca, viu. Estando dentro do budget, recomendo muito uma visita à loja mais próxima. 

Tirando o fator “cabe no meu bolso”, do que vocês gostaram mais? O que comprariam? O que não comprariam?

Olhando direitinho, acho que essa botinha com salto anabela da última foto me causa dúvidas. É bonita ou não é? Cada hora acho uma coisa.



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Outono-Inverno Andarella
Outono-Inverno Andarella
Outono-Inverno 2011 Accessorize
Outono-Inverno 2011 Accessorize
Outono-Inverno C&A
Outono-Inverno C&A
Detalhes quentinhos de inverno
Detalhes quentinhos de inverno
Zeferino inverno 2012
Zeferino inverno 2012
25/02
2011
@Sampa: Joulik
Categoria(s) Achados, Colaboração, Moda, Vídeo
Ana Farias

Vim pra Sampa à convite da Garnier, que vai lançar agora em abril o primeiro produto pra corpo da marca no Brasil (depois conto o que achei), e aproveitei pra ficar mais uns dois dias básicos pra curtir a cidade que adoro. Depois do evento começou então a bateção de perna pelas redondezas, e claro que meu cartão não passou impune. ;)

Mas assim, foram compras MUITO pensadinhas, e só de coisas que 1) eu ñão encontraria em Niterói; 2) estivessem em liquida ou num preço muito bom. Um dos lugares que visitei foi a loja Joulik, que conheci no blog da Paulinha Pfeifer.

A loja fica numa sobreloja da Oscar Freire, número 677, e é administrada por duas irmãs lindas, a Kati e a Karen Moraes.

Chegamos lá interessadas em ver de perto as roupas desenvolvidas pela dupla de estilistas, e  saímos da loja encantadíssimas com a simpatia das duas.

As roupas são de muito bom gosto, corte impecável, moderninhas. Amei um monte de coisa, e hoje foi um dia que agradeci por não ser manequim P/M, senão teria feito um estrago na loja. Tá tudo com até 70% de desconto, e ainda tem muita peça legal na liquida.

Brinquei de Barbie com a Julinha Morales, que tá aqui comigo, e apesar das fotos terem embaçado por causa da luz (só percebi depois), dá pra ter uma idéia:

Esse vestido preto é maravilhoso. Tem as costas abertas, aplicações nos ombros, e é coladinho. A regatinha branca é uma delícia (todas vem com écharpezinha ou colar), e a saia é a peça mais linda na minha opinião. Não tava dando muito por ela, mas resolvi pedir pra Ju experimentar. Ela gostou tanto que comprou!

O que mais achei que vale à pena garimpar por lá:

Malha com apliques bordados: tem camiseta, blusa, vestido, colete… O cinza claro lá em cima é o mesmo vestido preto da foto. Achei o cinza ainda mais bonito. 

Os coletes custam em torno de 60 reais:

Comprei um de tachas e um parecido com esse de onça, mas o mais bonito de todos é esse de cima, com correntes. Tem nude também.

A saia que eu fiz a Ju trazer com ela. No cabide a gente não dá nada, mas no corpo fica lindo. O tecido é bem gostoso, e a estampa élinda demais. O preço? Cinco três - como dizem as vendedoras hoje em dia quando a etiqueta de uma blusa de malha podrinha marca três dígitos, sendo o primeiro maior que dois. rs Achei a melhor compra do dia.

Agora, a peça que bati o olho e queria pra mim não tinha mais G, essa P era a última:

Essa correntinha não é um aplique na malha! Você pode vesti-la por cima da camiseta, usar com outra peça… Amei essas cores, achei muito a minha cara.

Já com nossas comprinhas em mãos, pedimos pra elas pra bater umas fotos da loja, contamos dos blogs, e papo vai papo vem, elas chamaram a gente pra ver a coleção de inverno, que ainda está sendo finalizada! Muita aplicação de paetê (camisetas com guitarras, asas de anjo, CORUJA!!!, e até uma imitação de onça), jaqueta rocker de tecido pink com tachas que vai ser item it pra quem curte a marca, muita franja… Assim que elas lançarem a coleção peço fotos pra mostrar pra vocês. Amei ter podido ver a coleção, porque pude implorar pra elas “segurarem” uma malha de coruja no site pra mim ! rs

Na hora aproveitei a Claudinha Stoco pra fazer um vídeo com a Kati, onde ela conta como surgiu o nome Joulik:

Continuo por aqui até sábado (tô marcando uma saída com as paulistanas pelo twitter – @anafarias_), e por isso vou ficar um pouco longe do email, ok? Mas vou postando as news aqui e no twitter pessoal. ;)

ps: tá dando um bug no WP e o vídeo some! Não aparecendo de novo, o link pra ele é esse aqui.



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@Sampa: Virgin Again
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Mais comidinha boa @sampa (1)
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KIEHL’S EM SAMPA
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Alguns Cliques de Sampa
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