27/08
2014
[Look do dia]: Vestido com camisa
Categoria(s) #Inspirações, #Look do Dia, Esmaltes, Moda, Unhas
Ana Farias

Achei umas fotos de um dia que fui almoçar com uma amiga no centro do Rio (amo!), e, além do P&B que foi a única coisa sobre a qual falei na semana passada, achei legal deixar de inspiração pra quem não sabe muito o que fazer pra usar vestidos estampados de maneira diferente.

Adoro esse vestido de poás da Leader, mas ele tem um porém: não tem mangas, e eu detesto mostrar os braços. Pra não jogar só uma jaqueta por cima (essa das fotos também foi comprada na Leader), fechei uma camisa com nó por cima do vestido – um truque antigo, mas não custa relembrar…

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A camisa deu uma mexida no ar super retrô do vestido combinado com sapatilha de saltinho (essa é da Antonella e comprei outro dia mesmo, mas vou vender porque tá grande no meu pé).

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E ainda joguei a jaqueta de uma forma que muita gente não gosta, por cima do ombro, sem vestir. É a melhor forma de se proteger quando não tá frio o suficiente pra vestir o casaco, mas sem ele você está sentindo frio. E também é menos uma coisa pra segurar na mão, né? Não vejo o porque da implicância. rs

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Então fica a dica: experimente usar aquele vestido que você ama mas não quer que os outros pensem que anda sozinho com uma camisa na próxima vez. Pode ser mais fechada do que usei, inclusive, escondendo a parte de cima do vestido, dando a impressão que você está usando saia. Guarda-roupa legal tem que ser multiuso, é ou não é?

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Aproveitando, o esmalte que usei nesse dia foi o Cielo, da DNA. Fiquei apaixonada por ele! Durou uma semana direitinho nas unhas, super aprovado. 😉



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16/07
2014
Acabou e vou sentir falta (4 produtos que vale a pena conhecer)
Categoria(s) Cabelos, Demaquilante, Pele, Rosto
Ana Farias

Hora chata do dia: tirar as últimas gotas dos nossos produtos preferidos de dentro de suas embalagens… Que atire a primeira pedra quem nunca parou de usar um perfume pra deixar um restinho de fragrância no vidro! rs

Hoje vou falar de quatro queridos que me deixaram nesta semana, e que vão fazer falta. Mas estão na lista do “assim que eu precisar, tem prioridade de compra”.

Vamos a eles?

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Creme Protetor Roseliane Anti Vermelhidão (Uriage, R$140): específico para peles sensíveis, é o melhor produto que já usei pra acalmar minha rosácea. Falei dele AQUI. É uma pena que seja tão caro aqui no Brasil! Na França custa em torno de 20 euros, preciso de amigas que estejam indo pra lá! rs Deixa a pele super macia, e a diferença que faz em poucos dias de uso é gritante. Pra mim valeu super! [veio em presskit]

Express Cleansing Wipes (Bourjois, R$25): comprei sem saber nada dele numa promo da Shampoo Cosméticos, e foi uma ótima surpresa. É suave, e tira super bem a maquiagem. Acho que, financeiramente falando, é melhor deixar esse tipo de gasto pra viagens, né. Mas por mim usaria só esses lenços. E é bem econômico, um lenço tira praticamente o make todo, incluindo o rímel.

Loção Facial Adstringente Clear up (Cyzone, R$18,50): marca jovem do grupo Belcorp, essa linha pra peles oleosas é fantástica (falei dela AQUI). A loção é bifásica, é preciso mexer um pouco a embalagem pra misturar o pó. Deixa a pele sequinha e tem um cheiro mara. [veio em presskit]

Shampoo Amino Acid (Kiehl’s, R$77 a embalagem com 250ml): contém Aminoácidos e Óleo de Coco, e limpa deixando os cabelos levinhos e com um suave cheiro de coco. Amo! Já comprei umas duas vezes, e o bom é que costuma ter versão travel size (50ml) nas lojas.

Ps: gente, obrigada pelos comentários no último post (que tava forever alone aqui no blog por tanto tempo que aposto que vocês acharam que eu tava me recuperando, né? hahaha Tava sim, me recuperando do luto por essa copa que não volta mais. Pra essa rehab forçada eu queria poder dizer no no noooo). Tô lendo, respondendo e publicando aos poucos. <3



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07/12
2013
[Proposta pro finde]: Fortaleza de Santa Cruz
Categoria(s) #Niterói, Dicas, Viagem
Ana Farias

Uma dica de passeio ótima pra quem mora em Niterói e arredores é a Fortaleza de Santa Cruz, localizada no bairro de Jurujuba.

Ela começou a ser construída em 1567, pra guardar o lado de cá da entrada da Baía de Guanabara, “cruzando fogos” com a Fortaleza de São João, que fica no lado carioca, na Urca – as duas formando a principal estrutura defensiva do porto do Rio de Janeiro durante os períodos de colônia e do império.

Apesar de morar minha vida inteira na cidade, nunca tinha entrado no forte até dois meses atrás, quando fizemos um passeio em família. Eles fazem visitas guiadas no local, e o visual é bem bonito. Super vale a pena o passeio!

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Mesmo que não se esteja disposto a pagar a entrada (R$ 15, sendo que menores de 12 e maiores de 64 anos não pagam) e passar 45 minutos visitando o que já foi em vários momentos uma prisão das brabas (sim, tem um ar carregado em alguns lugares lá dentro), a parte de fora da fortaleza já vale o passeio.

Do lado do mar aberto tem uma lanchonete e vários bancos espalhados, onde dá pra sentar e curtir a paisagem, conversar, fazer um piquenique, ler, namorar…

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E do lado da baía muita beleza com vista pras cidades do Rio e de Niterói.

Muita gente aqui da cidade costuma ir de bicicleta até lá nos finais de semana, o que (acredito) deve ser muito bacana. Indo de carro, que só não é melhor do que seria de helicóptero (né?), a gente pode ter problema dependendo do dia: a única estrada que leva ao forte é estreita, e as pessoas lindas e super educadas que frequentam nos finais de semana as duas pequenas praias do caminho, Adão e Eva, possuem o incrível hábito de estacionar seus carros em qualquer lugar que tenha um buraco disponível – e não estou falando de vagas, estou falando de espaço.

Quando fomos, mais ou menos umas dez da manhã, não tivemos muito problema. Mas na volta ficamos parados num engarrafamento ridículo por mais de vinte minutos sem sair do lugar, tudo porque chega uma hora que o trânsito dá nó por causa dos carros estacionados. Um exemplo de como as pessoas de um modo geral só pensam nelas mesmas, sem enxergar o tanto de gente que podem prejudicar pensando em seu pirão primeiro.

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A Fortaleza de Santa Cruz é considerada um dos grandes exemplos da arquitetura colonial portuguesa, e é realmente imponente! Quem curte vai se encantar com a estrutura lá dentro – desde que, é claro, consiga superar o tal ar carregado que falei. Imaginem um lugar que servia de prisão colonial e imperial (José Bonifácio, Bento Gonçalves e Euclides da Cunha estiveram entre os “hóspedes” mais ilustres), e, talvez ainda pior, nos anos de ditadura.

Na parte superior, onde ficam os canhões, e de onde se tem uma vista incrível da entrada da baía, é possível ver fácil a beleza da construção. Já na parte inferior, pros mais sensíveis a coisa fica um pouco mais difícil. Não tem como visitar um lugar onde aconteceu tanta dor e tristeza sem se abalar de alguma forma. Entrando em algumas salas o coração até aperta, tem hora que dá vontade de chorar. Enfim, é um lugar bonito, de arquitetura encantadora e natureza exuberante, mas não dá pra ficar completamente imune à história dele.

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Uma coisa que aconselho é que os visitantes levem água gelada, e que aceitem (por favor aceitem!) uma das sombrinhas que eles colocam à disposição na entrada. Elas devem ser devolvidas na volta, e por mais que o dia esteja agradável, a temperatura amena, e mesmo nublado, mesmo no inverno, não importa: são 45 minutos de visita guiada, após entrar o grupo precisa se manter junto, e praticamente todo o caminho é ao ar livre, no exterior da construção. Ou seja, vai chegar uma hora em que você vai querer sombra e água fresca, mas não terá nem um, nem outro.

Ah, e apliquem filtro solar no corpo todo! Vocês não fazem ideia de como fiquei depois de uma hora e meia de passeio sem a sombrinha que achei desnecessária – contei pelo menos cinco tonalidades de bronzeamento (ou melhor, de camarãomento) diferentes. E roupa confortável, gatas. Nada de impressionar o bofe com salto, simplesmente não rola.

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Após entrar, somos guiados pelas baterias onde ficam as peças antigas de artilharia (o último disparo do forte foi feito em 1955, um tiro de advertência), e podemos ver de perto o relógio de sol, o farol, o mastro da bandeira, e passamos pelo pátio onde havia enforcamentos e fuzilamentos (mas ou o rapaz que estava guiando o grupo não falou disso ou não prestei atenção na hora, ainda bem), pelas masmorras (o horror!), e pela Capela de Santa Bárbara (foto acima), uma das mais antigas do Rio de Janeiro (foi concluída em 1612).

Mas claro que até sobre a capela tem umas histórias escabrosas: a imagem da santa, entalhada em madeira e em tamanho natural, nunca pôde ser transferida pra outros locais, porque “o mar não permitia”; numa das paredes existem três túmulos, sendo que um deles seria da filha de um capitão, Iracema, que teria se suicidado quando o pai descobriu e impediu seu romance com um cabo que servia no forte. Sexo, poder e sedução, minha gente.

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Tirando essa última parte macabra, é um belo passeio (o segundo ponto turístico mais visitado de Niterói, perdendo apenas pro Museu de Arte Contemporânea, na Boa Viagem).

Mas não sei se a visita ao forte seja um programa muito legal pra se fazer com crianças, especialmente as mais serelepes como meu sobrinho de seis anos. No início ele até achou bacana, mas vinte minutos depois já tava difícil de lidar com a pequena criatura de Deus. E o passeio ainda durou mais uma meia hora, então imaginem o desespero dos adultos presentes. Fato é que, além da vista em si e da curiosidade arquitetônica, não tem muito que segure o interesse dos kids – não se pode nem encostar nos canhões, e meu baby saiu de lá me odiando pra sempre até esquecer que me odiava de tanto que precisei chamar a atenção dele.

Outra: eles aceitam que se vá acompanhado de cachorros de pequeno porte, mas não façam isso com seus animais! Com certeza é muito cansativo pra eles ficar no colo por tanto tempo, e se o calor pegar como no dia em que fomos, vai ser muito sofrido.

Então é isso: pra fazer o tour pela fortaleza não confiem no tempo, prefiram ir sem crianças, e sempre deixem seus cachorros em casa.

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Acima, primo Pitt, o Shih-tzu mais bem humorado desse mundo, esperando a família se reunir pra voltar pro ar condicionado. Ficou na base da sombra e água fresca o tempo todo, sortudo safado! rs

Serviço:
Estrada General Eurico Gaspar Dutra, s/n – Jurujuba, Niterói
Funcionamento: das 09:00 às 16:00 h
Tel(s).: (21) 2710-7840 ou 2711-0462 (ramal 36)



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28/11
2013
Dá um desconto?
Categoria(s) Compras Online, Dicas, Livros e Revistas
Ana Farias

É uma pena que depois de adultos a gente raramente tenha a possibilidade de tirar férias iguais as que a gente tinha quando criança, né? Férias de verão? Ah, as intermináveis férias de dezembro-janeiro-e-fevereiro, sem nenhuma preocupação além de “com o que vou me divertir hoje?”. A melhor coisa da vida, férias de criança.

Claro que depois que a gente vira adulto e precisa lidar com as obrigações do dia a dia, isso vira sonho. Mas dá pra adaptar, não dá? Trazer aquele prazer de não fazer nada, de não se preocupar com nada, nem que seja por alguns dias. Ou algumas horas, se esta é a única opção…

O que eu mais gosto de fazer, desde criança, é deitar na rede com uma pilha de livros bobinhos ao lado. Pra quem sempre leu por obrigação, de certa forma (escola, faculdade, mestrado, doutorado…), não existia coisa melhor do que deitar com um livro da Marian Keyes nas mãos, e só sair do lugar quando terminasse ele todinho – ou caso precisasse de mais luz!

Pra mim, não importa a época do ano, isso é sinônimo de férias de verão: um livro bem escrito, com enredo que faz a gente querer saber o que vem na página seguinte, que não faz a gente sobrecarregar os neurônios… Ei, livro cabeça é bom também, mas eu tô falando de livro do tipo férias modo on mesmo (ou melhor, da minha preferência pessoal).

E não é que alguns dos meus eleitos perfeitos pras horas de descanso estão com um super desconto na FNAC?

livros com desconto na fnac

Tava de olho neles há algum tempo, e fiquei feliz de ter esperado pra comprar. É que, com o Natal chegando, dá pra fazer uma busca por sites de cupons e descobrir descontos que fazem a maior diferença (os valores acima foram pesquisados no Cuponzar). Só nesses livros que quero a economia é tanta (vou gastar R$147 ao invés de R$245) que é como se os dois livros mais caros praticamente saíssem de graça.

Enfim, leitura de verão garantida. Tô louca pra começar a leitura! Aliás, os títulos Um dia e O lado bom da vida renderam filmes muito bons que eu tava pra indicar pra vocês. Já viram?



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29/10
2013
Necessidades Básicas
Categoria(s) Beleza, Cabelos, Corpo, Higiene íntima
Ana Farias

Mais um apanhado de coisas que comprei ou recebi de assessoria, e que gostei muito!

básicos de farmácia

Primeiro de tudo, a tintura SoColor.beauty da Matrix (1), que conheci num evento (mostrei AQUI). Gostei muito por vários motivos: o cheiro não é desagradável, quase não mancha a pele (a minha testa costuma manchar demais), cobre bem os brancos, tem boa durabilidade. Tava usando a 7.5, que é um acobreado lindo, mas resolvi escurecer o tom, ainda mantendo a vibe ruiva, e fui pra 6.66 (cruuuuuuz credo, isso lá é número pra dar pro que quer que seja????). Tem foto dele ruivo acobreado AQUI e castanho avermelhado AQUI. Mas o que me fez comprar a tintura no dia foi mesmo o preço: paguei pouco mais de R$15 na Cláudia (centro de Niterói, na Praça do Rink), enquanto a maioria das outras custava de dez reais a mais pra cima. Boa qualidade por bom preço? Trabalhamos.

Um kit que recebi e adorei pela criatividade foi o de protetores para os pés Nexcare. A marca lançou a campanha “Proteja seus pés”, na qual sapatos possuem características de animais perigosos (cobra, aranha, jacaré, muito engraçado!), dando essa ideia de detalhes dos modelos que acabam machucando certas áreas dos pés. Recebi o Curativo (2), pra cobrir machucados e bolhas, e o Protetor (3), uma fita transparente preventiva que eu já conhecia e comprava faz tempo (é como um durex poderoso que a gente cola direto na pele, e que protege contra a fricção; pode ser posicionado no calcanhar, nos dedos, no peito do pé, etc).

nexcare protex granado carefree intimus gel

Comprei o shampoo Sálvia e Confrey (4) naquela visita à loja da Granado no Plaza Shopping. Ele é da linha Terrapeutics, e é indicado pra uso diário em cabelos oleosos. O extrato de sálvia é adstringente, antioxidante e emoliente; o confrey é hidratante, emoliente e cicatrizante. É tão bom que quando eu tinha cabelo mais curto quase nem sentia necessidade de condicionador. Custou R$10.

O sabonete líquido para mãos Protex Vitamina E (5) vem com 250ml, e tem um cheiro bem interessante. Ele é antibacteriano, não deixa a pele ressecada, e a embalagem é ótima pra deixar na pia. Gosto demais dessa marca, todos os sabonetes, inclusive os em barra, são hidratantes na medida e possuem fragrâncias gostosas. Paguei R$8 numa promoção, mas ele custa em torno de R$10 (acho caro).

Recebi dois protetores diários Carefree (pessoal adorou o presskit gracinha lá no Instagram), que mudou o nome das linhas pra facilitar na hora de escolher o melhor produto de acordo com a necessidade. O Proteção (6) é ideal pro final do ciclo menstrual (segundo a empresa, ele possui “uma camada plástica capaz de reter uma quantidade pequena de fluxo”), e o Todo Dia (7) é de uso diário (“possui uma camada respirável que permite a circulação do ar, deixando a pele respirar”). Cada pacote com 15 unidades custa por volta de R$2,50, três reais.

O absorvente Intimus Gel Supreme (8) promete proteção extra por possuir seis camadas com benefícios que garantem rápida absorção, controle de odores, fluxo longe da pele, conforto, formato anatômico, toque macio. Não lembro quanto paguei, mas foi em torno de R$4,50. Escolhi a versão cobertura suave, mas tem a versão seca também (essas me dão alergia). Gostei, apesar de não ver tanta diferença assim entre bons absorventes.



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