23/07
2010
Na Maquiagem, assim como na vida: tudo se transforma!
Categoria(s) Colaboração
Ana Farias

Oi, queridas!

Vejo muitas meninas se desfazendo de produtos – quando trocam com alguém tudo bem, o problema é quando jogam fora! – porque acham que não tem mais solução. Comprou e não gostou ou já usou e enjoou, mil coisas.

Como bem diz o ditado popular, para tudo nessa vida dá-se um jeito. Pois bem: maquiagem nada mais é do que criatividade. Somos crianças com folhas de sulfite branca nas mãos e inúmeros giz(es?) de cera. Já imaginaram quantas coisas que dá pra inventar? Maneiras novas de aplicar, texturas; cores, é tudo questão de se libertar das idéias pré-concebidas e praticar.

As dicas de hoje são para aproveitar aqueles produtinhos que estão mega encostados na gavetinha de maquiagem. Dá para se divertir muito sem ter que comprar milhares de produtos novos diferentes.

Vamos combinar que também é mais fácil ser criativo quando se usa menos recursos, não é? Lembram da criança chata da escola que tinha dez caixas de lápis coloridos da Faber Castell? Eu tenho certeza que os desenhos dela nem sempre eram os mais bonitos, porque quanto mais opções prontas temos disponíveis, menos pensamos. E é aí que o tédio criativo começa a construir sua casinha…

Lembram desse post que a Ana fez, sobre quando um produto “cabelístico” não dava muito certo e a saída era usá-lo junto com produtos que ela amava e então ele se tornava “usável”? Pois é sobre isso que iremos falar hoje, mas adaptando pra make!

Corretivo+hidratante

Quando você tem um corretivo líquido que não deu muito certo (aquele que craquela) você pode misturá-lo ao seu hidratante e passar no rosto todo, como base. Pode fazer isso mesmo com um corretivo que você gosta, mas está com pressa e precisa de uma cobertura média, para sair de casa mais apresentável!

Corretivo+batom

Sempre tem aquele batom que você acha escuro demais e acaba nunca usando por medo de parecer *cheguei*, certo? Para torná-lo mais “usável”, passe um bom hidratante labial, uma camada fininha de corretivo, uma fininha de batom e mais uma bem fininha de corretivo, misturando bem. Se você tiver um pincel de boca e fizer essa mistura antes de aplicar o resultado fica mais natural.

Batom=blush creme

Essa dica é para a necéssaire! Mulher nenhuma merece carregar uma mala com todos os acessórios de make o dia todo né? Se no meio do dia você percebe que seu blush não é mais o mesmo e não carregou o tal blush e pincel na bolsa, don’t worry. Dê leves pinceladinhas de batom rosa, vermelho, coral ou bronze nas maçãs e espalhe MUITO BEM com os dedinhos, esfumando. Já de tá um ar mais saudável!

Pó muito escuro=Bronzer

Quem nunca errou na cor ao comprar um pó que atire a primeira pedra, não é mesmo? Principalmente em compras on-line. Quando a troca não é possível você pode usar o pó mais escuro como bronzer, para esculpir o rosto, no alto das maçãs, nos “ossos” entre o queixo e a orelha, e na testa, rente à raiz do cabelo. Sempre lembrando de esfumar MUITO!

Corretivo ou base um tom mais escuro=esculpir o rosto

O mesmo pode-se aplicar a corretivos ou bases até um tom mais escuras.

Sombra cremosa=iluminador

Há algumas sombras em creme que podem ser utilizadas como iluminador, no famoso “C” do lado externo dos olhos. Sombras brancas ou rosadas peroladas costumam servir muito bem. Uma que eu utilizo bastante é a Rosa Chá da Abelha Rainha (gêmeo do High Beam da Benefit, não é Fefeh?). Tem também as sombras Stix, da Avon, que funcionam bem para esse fim.

Batom+batom=outro batom

Essa dica é mais velha que andar para frente, não é amoras? Mas não custa lembrar vocês que aquele batom que te decepcionou um pouco pode se tornar lindo se misturado com outro tom! E de repente até aquele batom que você ama pode se transmutar e gerar frutos…

Sombra mal pigmentada + água = sombra decente

Se você não é maquiadora profissional e está em um momento Becky Bloom às avessas, não se desespere para comprar um potencializador de sombras importado. Você pode dar um jeitinho nas suas sombras pouco pigmentadas umedecendo o pincel antes de aplicá-la na pele. Umedeça o pincel em água ou colírio e “esfregue” delicadamente no potinho da sombra e então aplique a massaroca na pálpebra.

Base de lápis para mudar a cor da sombra

Se você continua naquele momento financeiro introspectivo, não se abale. Você pode multiplicar os seus tons de sombra utilizando “bases diferentes”. O mais utilizado é o lápis colorido. Preto, marrom, azul, tanto faz. Por baixo da sombra pode transformar a cor, assim como misturar duas cores diferentes, ou ainda texturas diferentes, cremosa e pó, em lápis e cremosa, etc.

Batom laranja=corretivo colorido

O sono da beleza não anda funcionando muito bem, ou a herança de família não é tão agradável, te deixando cheia de olheiras que o corretivo normal não dá conta? Pega aquele batom laranja (que eu aposto que você usa super pouco) e dê umas pinceladinhas nas benditas. Espalhe bem e aplique o corretivo comum normalmente. Ajuda a amenizar!

Delícia conversar com vocês! Essa foi minha primeira participação como colaboradora no Twins e espero dúvidas e sugestões nos comentários, tá?

Um beijo!

Gabriella Squizato – Colaboradora de Beleza



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22/07
2010
Achado: Óleo Trifásico Ecologie
Categoria(s) Banho, Dicas
Ana Farias

Sou doida com cheirinho de algas desde que descobri o shampoo e o condicionador Aquamarine, da Revlon, alguém se lembra?

Era adolescente na época, e meu cabelo era um desastre, ressecado toda vida (mas eu achava lindo, afinal ele era longo! rs). O Aquamarine deixava meus fios que nem palha. Mas como eu não sabia tratar, achava que era normal, que era a água lá de casa, enfim, tudo, menos que o cabelo não se dava bem com o produto. Mas enfim, o que eu quero dizer é que o cheiro era maravilhoso, tão bom que eu não via mais nada.

Então hoje qualquer coisa feita de algas tem um apelo pra mim.

Daí dia desses entrei numa perfumaria pra dar uma olhada nas novidades, e vi um kit da Ecologie que tava afim de experimentar, da linha Complexo de Algas. A marca é uma mão na roda pra quem gosta de manter uma mesma fragrância da limpeza à hidratação: tem sabonete líquido, sabonete esfoliante (tô doida pra testar), esfoliante em gel, sais de banho, óleo, hidratante, body splash (água perfumada). Nessa linha tem até shampoo e condicionador, mas é pra cabelos grisalhos.

E o melhor: eles têm kits com miniaturas, ótimos pra carregar em viagens, ou mesmo pra levar pra casa um tiquinho de diferentes produtos (por exemplo, o kit com sabonete, hidratante e sais de banho – quem não tem banheira, no problem, experimente colocar os pés numa bacia com água quentinha + os sais. É super relaxante!).

Então eu trouxe o Kit Cartucho Complexo de Algas, com sabonete e loção hidratante, mais um óleo trifásico da mesma linha – pelo bem da investigação, porque eu achava que só existia uma marca pra óleo nessa vida, a Natura. Não encontrei uma foto boa do kit, mas peguei na net essa da linha Algodão. É igualzinho, só que azul.

O sabonete líquido é algo, super cheiroso, faz muita espuma, não resseca, uma delícia. A loção hidratante é ok, bem absorvida pela pele, nenhuma mega hidratação, claro. Mas podia ser mais cheirosa, a fragrância é muito fraquinha. O que não gostei muito nesse kit foi das embalagens. A de sabonete é boa se você for tomar banho de banheira, porque a tampa deixa um espaço grande pra saída do líquido – já no chuveiro não é tão prático. A embalagem do hidratante também é chatinha, sai pouco de cada vez.

Agora, o que considerei um super achado foi o óleo trifásico!

Não conseguia imaginar que existia vida além da Natura Ekos, com seus maravilhosos óleos trifásicos (todos, qualquer, um, é tudo uma delícia). Mas eles são meio carinhos, então só me permito quando no ciclo vêm com promo. Aí trouxe esse pra casa esse da Ecologie meio sem esperar nada. Tão bom quando a gente é obrigada a rever nossos conceitos!

Esse óleo é sensacional. Pra começo de conversa, a textura é diferente. O óleo tá lá, mas quando você mistura as fases e passa no corpo, o líquido fica leitoso, bem emoliente, quase um creminho. Então não tem aquela sensação de óleo. A pele absorve completamente o produto em questão de minutos, e fica bem macia. Fora o cheiro, que é bem forte mesmo – perfuma o banheiro todo.

O kit Cartucho custou 16 reais, o óleo foi 22 (metade do preço do da Natura!). Agora tô de olho nos outros óleos, Uva, Frutas Vermelhas, Chá Verde (esse não é trifásico)… aiai.

Ana



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21/07
2010
A Equação Custo x Risco x Benefício
Categoria(s) Colaboração, Compras Online (Manual)
Ana Farias

Comprar em site internacional tem mil vantagens.

A loja nunca fecha. Dá pra comprar de madrugada. Tem novidades que ainda não chegaram ao Brasil. Sem falar no principal: é muito mais barato.

Só que, na empolgação, a gente acaba esquecendo um detalhezinho: o produto está no outro lado no globo! Pra chegar até a nossa casa, ele tem que viajar muito. E é aí que aparecem os riscos: e se extraviar nos correios? E se quebrar na viagem? E se o produto vier errado? E se eu levar calote? E se eu for taxada?

Todos esses e se são preocupações justas, e muita gente me pergunta como agir nesses casos. O melhor é sempre a precaução, claro, mas nem assim estamos 100% protegidas de um infortúnio. A verdade é que não tem solução milagrosa. Nas compras internacionais o risco é inerente.

Então preparei uma listinha que pode ajudar quem ainda se sente perdida ou insegura com as compras internacionais. Vamos a ela?

Regra nº 1 – Programação e Controle

Eu sei que a tentação é grande, mas cuidado pra não se empolgar demais e pedir coisas que você não precisa. Lembre-se que além do valor do produto tem o frete, o seguro (se for o caso), e o imposto. Sabem aquele ditado do olho maior do que a barriga? Aqui o cuidado é pro olho não ficar maior que o bolso (êpa!).

Claro que essa programação pode variar de acordo com o perfil de cada uma, mas eu recomendo que se tenha em mente que toda compra internacional pela internet traz consigo algum risco, que nem sempre pode ser evitado. E ninguém quer perder dinheiro, né?

Regra nº 2 – Conheça os Riscos

Quem já aplicou na bolsa de valores conhece bem a dinâmica do perfil conservador, moderado e arrojado. Em outras palavras: quanto maior o risco, maior o ganho e vice-versa. E por que eu estou falando de investimentos? Porque nas compras internacionais pela internet é a mesma coisa. O produto é sempre mais barato do que aqui, mas esse benefício vem com todos os e se que falei acima (extravio, tributação, etc). Só que, para eliminar esses riscos, o custo total aumenta consideravelmente. Que dilema!

Bom, cada caso é um caso. Tem coisa que vale a pena pedir pelo frete sem rastreamento [risco máximo], e outras que nem pensar em arriscar. Com o tempo, cada uma vai criando seus próprios critérios para decidir entre o mais seguro e o mais barato.

Regra nº 3: Mitigando os Riscos

A gente já falou disso, mas não custa nada relembrar. Pague com o PayPal e preste atenção no prazo de 45 dias para reclamação. Isso é bem mais eficaz do que ficar bombardeando o vendedor ou a loja com perguntas (“onde está o meu pacote?”). Afinal, depois de postado, eles (assim como você) não têm nenhum controle sobre o pacote.

Se você quiser eliminar o problema de extravio, contrate o seguro de transporte. E aqui entra outra despesa: para contratar o seguro de transporte é necessário fazer um upgrade no seu método de envio, optando por um com rastreamento, que (claro!) também tem seu custo.

Estão percebendo porque eu fiz a comparação com investimentos? Quanto maior o risco, maior o ganho. Lá fora, eles usam a expressão no pain, no gain (sem dor não há ganho) e é bem por aí, viu?

Regra nº 4: A Equação Custo x Risco x Benefício

Muita gente me pergunta como fazer para evitar todos esses riscos e continuar pagando bem baratinho. Infelizmente, essa situação win-win (ganho-ganho) não existe. Quando a loja oferece essas ferramentas de segurança (frete com rastreamento e seguro) e a gente dispensa pra pagar mais barato, estamos assumindo esse risco – e não adianta reclamar depois!

Não tem escapatória, é o famoso cobertor curto: ou pagamos pela segurança, ou assumimos o risco. Não dá para aplicar dois pesos e duas medidas, é preciso considerar todos esses fatores antes de fazer a compra do exterior.

E o melhor remédio continua sendo a precaução e a análise do custo x risco x benefício daquela compra, que vai variar conforme o perfil de cada uma.

Para quem tem perfil super conservador e prefere segurança máxima, aí o melhor seria comprar em lojas no Brasil mesmo, onde o risco é próximo do zero, porém, em contra partida, o custo vai lá nas alturas.

Pra quem admite um certo risco, mediante um certo ganho (perfil moderado), já dá pra considerar pedir de fora, com um frete rastreável e seguro de transporte, lembrando do risco da taxação, claro.

Já para aquelas de perfil arrojado, dispostas a correr todos os riscos para fazer uma bela economia, aí vale tudo!

Querem saber como é que eu faço? Na semana que vem eu conto!

Renata Kelly (colaboradora)



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20/07
2010
Tá na Hora de Matar a Fome
Categoria(s) Dicas
Ana Farias

Já faz assim um bom tempo que eu só compro roupas e acessórios em liquidação. Só mesmo, dificilmente quebro essa regra. Primeiro porque é difícil pagar 250 reais numa camiseta que você desconfia que pra loja saiu por 10. Segundo porque é frustrante passar dois meses depois na frente da vitrine e descobrir que ela está custando 59,90.

Mas pra mim, a questão mais importante mesmo é a seguinte: do quanto eu preciso realmente de outra blusa pra viver?

Quando vi essa abotinada nos pés da Roberta Sá

… vocês não fazem idéia do comichão que me deu. Era desejo em estado bruto. Mas não cedi à vontade mesmo. Aliás, nem fui na loja experimentar. O tempo passou, o tique nervoso também. Esqueci dela completamente (quase 300 reais numa sandália, ainda mais com esse salto? Manem). Deixei passar, de repente na promo…

Mas não criei expectativa não, deixei pra lá. Porque esperar por liqui tem isso, não há garantias de que no dia de pagar menos a gente vá encontrar o nosso número. Só que aí entra a sabedoria consumística: e se não tiver? Um anjo vai perder as asas e cair do céu? Não. Então eu posso viver com isso. E vivi sem a sandália, muito bem.

Só um parênteses: claro que não acho que todo mundo deva pensar assim, porque cada cabeça, uma sentença. Além do mais, convenhamos, tem gente que não precisa esperar liqui, porque pagar metade do preço numa determinada peça não vai fazer a menor diferença no bolso. De repente, se minha verba fosse assim, mais competente, eu não pensasse assim. Porque, né, tem gente que pode pagar 5 mil reais numa bolsinha Marc Jacobs sem que isso afete suas finanças – vamos combinar que infelizmente nenhuma delas é minha amiga! rs

Se você é como eu, que não tem esse budget pra gastar nem numa mala inteira, e tiver essa paciência de ninja (que infelizmente não é nata, tive que comer muita poeira com juros em cartão pra aprender a ser assim), uma sugestão: aguarde a época de liquidação. Se a peça tiver sido feita pra ser sua, ela vai estar lá te esperando, com 30-70% de desconto. :)

E pra quem tem o pé do tamanho do da Vivi, melhor! Sempre vai ter o modelo que você quer se a forma for pequena (o meu, 37, é mais difícil).

Exemplo do que se ganha com isso? Dou agora.

Analisando friamente meu armário, precisava de duas coisas: uma bolsa de qualidade, média, que fosse do dia pra noite, e uma sandália rasteira fechada, pra usar com meia, porque andar de salto já não é tão fácil quanto era há dez anos atrás.

Meu orçamento pra bolsa era até 450 reais, valor que eu, pessoalmente, considero alto. Voguetes vão rir da minha cara, e eu entendo. Afinal a gente está se acostumando com os preços exorbitantes que vemos estampados por aí, e acabamos descontextualizando valores. Mas se você acha que isso “é pouco dinheiro pra uma bolsa boa”, desce pra terra, porque não é não, peeps. Isso é muito dinheiro. E mais: é o salário de muita gente.

Então fui dar minha volta no shopping, pra procurar as liquis boas. Achei a bolsa na Santa Lolla. Queria preta, mas não resisti à azul marinho (tô numas de marinho, cinza, bege…). E com o desconto da liqui, deu pra pagar uma sapatilha na Arezzo, que tava 70 reais mais barato que dias atrás.

Satisfeita comigo mesma, dei uma passeada pela loja enquanto a menina fazia a nota. E o que eu vi? Sim, gentes, a tal abotinada da Roberta Sá, lindona esperando por mim na fileira dos pares em promoção, por 159 reais. E foi aí que formou o caju, né?

Então assim, destino. Eu viveria numa boa sem ela, porque sei que outros pares viriam. Mas com o descontão, mais o desconto que a Arezzo dá pra compras à vista, foi uma boa compra.

A dica é a de sempre: esperar pela liqui, comprar apenas o que você não tem no armário, e, se possível, com dinheiro vivo. Pergunte sempre se a loja dá desconto pra pagamento à vista (a Arezzo deu desconto em cima de desconto, a Santa Lolla não). E encha o saco das vendedoras, porque tem sempre um par perdido. No caso das duas sandálias a menina disse que só tinha 38, subiu no estoque e achou 37.

E resista aos argumentos de “tá baratinho, leva mais um, leva uma bota, leva uma bolsa, me leva também”. Se você não precisa, levar só por causa do desconto não é vantagem. 😉

Ana



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19/07
2010
Pele negra e o inverno
Categoria(s) Beleza Negra, Colaboração
Ana Farias

Todo mundo de um jeito ou de outro sente os efeitos do inverno na pele do rosto e do corpo, em algumas pessoas ela descama, em outras ela chega a ferir, fica esbranquiçada e craquelada, na pele negra não é diferente, mas com um plus: você enxerga de longe! Eu fico parecendo uma cobrinha acinzentada nas pernas e com vários pontos de descamação no rosto, o horror! Mas não tem jeito? Se o caso for muito sério a solução é dermatologista, se for mais estético dá pra dar um truque, rs.

-Não deixe de esfoliar a pele nessa época, mas não exagere pois pode ficar ainda mais ressecada. A esfoliação ajuda a retirar toda a pele morta e a deixa preparada para receber os hidratantes. Estou usando esse aqui a cada 15 dias, pois ele tem os grânulos bem potentes.

-E óleo corporal, resolve? Na verdade ele camufla, pois os óleos tem moléculas muito grandes para serem absorvidas pela pele e eles acabam formando uma camada externa que protege das agressões, fora que dá uma preguiça passar hidratante com esse frio… Estou usando esse aqui que tem um cheirinho bem suave e me ajuda naqueles momentos de desespero.

-Na farmácia a gente encontra alguns hidratantes com uréia na composição e que realmente fazem milagre, a uréia ajuda a manter a “água” dentro da pele e melhora muito a aparência.

-O hidratante não tá dando conta de melhorar o seu rosto? Faça uma esfoliação leve e aplique uma máscara caseira de azeite (hidratante facial ou iogurte com algumas gotinhas de azeite de oliva virgem), se o sua pele for seca aplique na face por inteiro, se for oleosa apenas nas regiões onde está descamando, deixe 10 minutos. Retire o excesso com um papel toalha sem esfregar, lave com um sabonete líquido adequado para seu tipo de pele e hidrate como de costume, aí você me conta! Fiz semana passada e a pele ficou radiante!!! (3 exclamações, rs)

-No inverno a sede diminuiu, mas continua sendo importante ingerir líquidos para manter a hidratação por dentro e por fora do corpitcho.

-Nunca passe sabonete em barra no seu corpo todo em todos os banhos! Ele destrói a camada de proteção da sua pele. Tá achando que eu sou porquinha, rs? Pergunta pra sua dermatologista…

Lembrando que são apenas sugestões, que eu não sou especialista, no máximo palpiteira, se a sua pele apresenta alguma mudança séria no inverno sempre consulte um médico, tá?

Cinthya Rachel (colaboradora)



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