13/05
2013
[Comidinhas] Talho Capixaba
Categoria(s) Comidinhas, Dicas
Ana Farias

A bff me apresentou um lugar incrível no Leblon: o Talho Capixaba, misto de padaria, confeitaria, açougue, delicatessen…

Não dá pra definir, mas o sanduíche a quilo de lá é tão bom que já foi eleito o melhor do Rio!

talho capichaba 1

O ambiente é informal, despojado até demais pro endereço chique. É que as mesinhas ficam na rua, e dependendo da hora o balcão é tão disputado que chega a ser difícil colocar os olhos nas delícias! Mas disputa grande vocês sabem o que significa: comida muito boa! rs

A gente deu a maior sorte de conseguir uma mesa, tava super lotado (era fim de tarde de uma sexta). Fiquei babando nos pães e nos doces, mas me contive e comi só um sanduíche mesmo. Sabem essa característica de taurina, quando chega em lugar novo e a opção é muita a pessoa pira e não sabe o que escolher? Perco até a fome, juro!

talho capichaba 2

No cardápio tem mais de trinta opções de pães, e inúmeros recheios: tente escolher entre vinte tipos de pastas, queijos dos mais sofisticados, frios de tudo que é lugar, e ainda antepastos (um amor: coração de alcachofra!!!)…

Muito difícil, né? Acabei indo num dos sandubas prontos do menu, e escolhi um croissant com brie e geleia de damasco. Amo a combinação de salgado e doce!

Camera 360

Os sanduíches são vendidos por quilo, e o preço varia entre R$ 26 e R$ 58. O garçom explica quanto sai mais ou menos a porção, dá pra pedir um pedaço grande, um pequeno, o que seria o tamanho de um sanduba normal. No meu caso foi fácil porque era um croissant, já a Carol se espantou com o tamanho do dela! rs

Pra quem não come glúten, eles têm uma seleção muito boa de produtos artesanais. E os doces, gente… olha, cada tortinha tipo cheese cake que era de engordar com os olhos! Blueberry, amora, goiabada… aiaiaiaiai. E mais uma seleção de confeitaria de estilo francês, como éclairs, tarteletes, mil folhas. Tenho que voltar lá pra comer a tarte tatin!

Camera 360

Não se deixem enganar pelo exterior simplesinho, porque a comida é muito boa mesmo! E lá dentro é um mar de produtos, tem até adega.

Matei vocês nessa hora de almoço, né não? Nem liguem, mais tarde tem receitinhas light da Pri Matz pro jantar por aqui! rs

Serviço:
Talho Capixaba
Av. Ataulfo de Paiva, 1022, Leblon
(21) 2512-8760



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20/03
2013
[TV] Six Feet Under
Categoria(s) Dicas
Ana Farias

Mas como assim, Ana, jura que você vai falar de um seriado que terminou há dez anos?

Sim, vou. Justamente porque se trata de um seriado antigo!

Quem não viu na época pre-ci-sa dar uma chance pra assisti-lo agora, porque é simplesmente um dos melhores seriados de drama que já acompanhei na vida – e nem sou eu que tô dizendo isso, já que ele foi aclamado pela crítica na época de exibição (entre 2001 e 2005), ganhou vários Emmys e Golden Globes, e deixou muitos fãs órfãos quando terminou. Aliás, a season finale de Six Feet Under é considerada uma das mais geniais de todos os tempos!

six feet under 1

Não poderia ser mais simples: a história gira em torno de uma família comum, de subúrbio, que podia ser a minha ou a sua (o tanto de vezes que parece ser a minha!), e seus dramas e alegrias – que são acontecimentos universais, logo impossíveis de não causarem empatia praticamente o tempo todo: a morte do patriarca, o filho obrigado a tomar as rédeas do negócio familiar contra sua vontade, a mãe namoradeira que vive em negação, a caçula revoltadinha procurando um caminho pra dar certo na vida, as idas e vindas amorosas, a descoberta da sexualidade (e da homossexualidade), as infidelidades, o primeiro filho, sexo, sexo e mais sexo, enfim, os muitos mais erros do que acertos nas relações que nos tornam… bem, humanos.

O que diferencia os Fishers da maioria das outras famílias é que o negócio deles é uma agência funerária!

six feet under 2

E sim, os Fisher (e o empregado que mais tarde se torna sócio, Frederico) falam com os mortos. Mas isso é só uma forma de mostrar o diálogo interno dos personagens utilizando o morto da vez (todo episódio começa com alguém falecendo, das mais diversas formas). Ou seja, não é um fantasma realmente aparecendo ali pra eles, e sim uma ferramenta que demonstra o processo de cada personagem em determinado momento da história – cada morte inicial dá um mote pro episódio, por isso o morto às vezes aparece pra conversar.

Na época eu não via porque o pouco que sabia da série a tornava muito dark pra mim. Achava que era só sobre pessoas que falavam com mortos, e eu tenho pavor de fantasma (aqueles medos que a gente traz da infância e que nunca vão embora). Mas a passagem de dez anos pode trazer uma perspectiva bem diferente sobre a morte e sobre os mortos. Era minha hora de encontrar essa série na reprise do HBO.

Os episódios giram em torno da morte, mas ela é basicamente uma premissa pra se discutir sobre a vida (com um bocado de humor negro pra balancear!). Com a morte se coloca diante da gente não apenas a perda em si, mas toda uma abordagem filosófica sobre ela, colocada em perspectiva com o momento da vida dos personagens. Pode parecer banal dizendo assim, mas não existe nada de banal nesse seriado.

six feet under 3

Gosto de ver como acontecimentos e escolhas levam os personagens a determinadas atitudes, porque isso traz uma auto contemplação, um exame de consciência. Não tem o bonzinho e o malzão, todo mundo se encaixa em ambas as definições de acordo com o momento e/ou a percepção dos outros personagens. Fora os temas retratados, como sexo na terceira idade, o processo de descoberta da homossexualidade, o vício, a loucura, o aborto, a infidelidade.

E o que faz o seriado ser ainda mais incrível é a qualidade do elenco: as atuações são irretocáveis. O final da terceira temporada e início da segunda (ponto onde estou) é uma bomba emocional. Poderia dizer o quanto fiquei impressionada com o Peter Krause (que faz Nate, o filho mais velho), mas não quero dar nenhum spoiler pra quem se interessar.

Alguns questionamentos podem ser banais hoje em dia, talvez, afinal certos temas se tornam tão comuns com o passar do tempo e a exposição deles na TV. Mas é tudo discutido de forma tão genial, tão sensível, que muitas vezes um episódio acaba e me deixa meio pesada. Tem muito de catarse em Six Feet Under, então se preparem!

O seriado está sendo reprisado no HBO Signature duas vezes por dia, às 1o e às 18h. Pra quem não tem como gravar, aos sábados passa uma maratona dos episódios da semana. No Brasil a série foi exibida com o nome A Sete Palmos. Cada temporada tem 13 episódios, bom porque é fácil de acompanhar, ruim porque pra quem adora podia ser vinte vezes mais!



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13/03
2013
Organizadores de maquiagem do Saara
Categoria(s) #DIY, Dicas, MakeUp, Organização
Ana Farias

Dei uma passada rápida no Saara outro dia, e aproveitei pra procurar por organizadores de acrílico pra organizar minhas maquiagens.

Quem conhece o Saara sabe que é um lugar pra se ir com calma, tempo, sem fome, e de preferência quando não estiver muito calor. Porque é insuportavelmente quente. E extenso! São tantas lojas que chega uma hora que você só quer saber de ir embora. E quando se procura algo muito específico, como era meu caso… não adianta ir com pressa se não souber exatamente pra onde ir.

Perguntei pra várias pessoas que trabalhavam por ali onde elas achavam que poderia vender caixas de acrílico, mas acho que ninguém sabia o que era acrílico por lá! Me mandaram pra uns cinco lugares diferentes, e nem sinal das caixinhas transparentes.

Acabei entrando na Brink Mania, que é uma loja bem grande que vende zilhões de coisinhas em MDF. E acabei encontrando opções pra quem quer gastar menos com organizadores – porque né, acrílico é beeeem caro! Especialmente o tipo de coisa que eu tô procurando, que é mais ou menos como o gaveteiro da foto abaixo.

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Lá tem muita opção, desde gaveteiros pequenos aos mais completos (fiquei apaixonada por um porta bijoux que abria dos lados e mostrava espaço pra pendurar colares, e tinha também divisões na tampa – dava pra comprar vidro e colocar por cima, coisa linda mesmo). E o bom é que MDF é mais bonitinho que plástico, que com o tempo fica com aspecto amarelado.

O problema é que você precisa pintar, e lixar na maioria das vezes, e isso é pros fortes. Mas se você tem um mínimo de jeito pra coisa, ou conhece alguém que tenha, é perfeito: sai muito barato mesmo.

Acabei comprando uma dessas bandejas pra organizar alguns produtos no banheiro (na falta de prata, né! rs), e outra menor pra colocar dentro do armário com as bijoux que uso mais. Vou passar uma camada de verniz só pra selar o material. Ou talvez pinte com uma cor bem louca, tô decidindo.

Pra quem precisa de ideias pra guardar pincéis (ou lápis de olho, de boca, rímel, etc), vi cache-pots e baldinhos de tudo que foi cor e tamanho na loja.

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Comprei um bem pequenino, pra colocar mini-lápis e pincéis curtos que acabo não usando por não encontrar nos potes maiores.

Queria tirar mais fotos, mas lá eles não deixam. Ainda bem que só descobri isso quando já tinha tirado todas essas! rs Ficou faltando outros gaveteiros, e também uma coisa bem legal: porta controle remoto! Ele tem três ou quatro divisórias altas o suficiente pra guardar pincéis ou lápis. Fiquei tentada pra comprar, mas isso é a única coisa que já tenho demais.

Pra quem gosta de fazer lembrancinhas de festas, lá tem de tu-do. Sabem aquelas panelinhas de colocar brigadeiro, tubos de confete de chocolate, mini jarros pra doces variados…? Lá você encontra. Ah, além do material necessário pra pintar as caixas de MDF.

A loja Brink Mania fica na Rua da Alfândega 314/316.

Buscando o endereço no google, acabei chegando num blog que fez um mapa MUITO bom de lojas do Saara: AQUI. Só faltou ela dizer onde encontrar organizadores de acrílico! rs

Se alguém souber, me dá a dica?



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18/01
2013
O Havaí é na Mercatto
Categoria(s) Dicas, Moda
Ana Farias

Queria não começar este post repetindo o que sempre digo, mas não dá: sou louca por estampas. Quem lê o blog a mais tempo sabe disso porque é meio que meu mote (né?), mas de vez em quando sempre eu falo, pro caso de ter alguma novata por aqui que acabe se assuntando com meu gosto (por vezes) extravagante.

Porque eu sou extravagante nesse ponto mesmo, não nego. Quantas vezes amigas minhas já chegaram e disseram Aaanaaa, você disse que roupa tal era linda lá no blog, eu achei aquilo horrorooosoooo!!!, porque eu tenho amigas bem clássicas que eu acho que meio que riem de mim de vez em quando – mas é com o mesmo amor que eu zoo minhas amigas periguetes, e com amor a gente sempre se diverte, né?

No dia que levei meu tombo homérico tinha acabado de sair da Mercatto com a bolsa cheia. Tenho uma relação de amor e ódio com a loja: amo a maior parte das estampas que eles colocam à venda e o preço geralmente em conta; odeio a péssima qualidade da maioria dos tecidos, e acho que muitas vezes o preço baixo não compensa o gasto.

Como contei, tinha entrado na loja pra ver o preço de uma saia tulipa com estampa de flamingos, e acabei comprando duas de modelo bem parecido:

4 saias mercatto

Não lembro direito o preço delas, mas foi em torno de 30 reais cada. O tecido da primeira não é nenhuma Brastemp em termos de qualidade (amassa muito), mas adorei a carinha Miami Vice do desenho, super kitsch, mas ainda assim lindinho. Tem o mesmo padrão em tons de verde menta e azul pastel também.

A segunda tem o corte mais caprichado, e o tecido é bem melhor. O floral, apesar de vivo, lembra uma aquarela. Era a última da loja (de Icaraí), mas pode ter em outras. E vejam como numeração é uma coisa ridícula: o mesmo estilo de saia, corte praticamente igual, dentro da mesma loja, mas comprei dois numeros diferentes: a floral é M, já a primeira saia teve que ser G – mesmo ficando soltinha na cintura, porque a M não passava de jeito nenhum pelo meu peito. #incógnitas

3 camisa mercatto

Já tava fechando a conta quando essa estampa atriu meu olhar (fico igual criança em loja de doce quando tô na Mercatto, quero uma de cada). Gritando surfista havaiano da década de 50, e vovô de Boca Raton desde sempre. O Agostinho em mim ferveu! [amando quem lembrou do Magnum nos comentários! - não estou só]

A camisa é muito chamativa, mas com jeans e acessórios neutros ficou lindo (bom, lindo pra mim! rs). O que mais gostei nela é que o tecido é MUITO bom, tipo digno de loja mais hypadinha. E o preço… valeu muito a pena.

Mas nem só de Havaí (e de Flórida) vive a Mercatto nesses dias. Pra quem gosta de estampa, tá um prato feito – ou uma tragédia anunciada pra conta bancária!

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Peguei essas pastilhas no blog da Mercatto, e algumas estampas já devem até ter esgotado. Essa espelho, por exemplo, comprei numa calça no final de agosto do ano passado. Mesmo sendo todas da mesma coleção, lembro de ter visto peças das outras estampas (ou em versões delas) nessa última ida à loja.

As padronagens étnicas estão em algumas das peças que mais gostei. Tava doida por alguma coisa com estampa ikat (étnico que remete a um tipo de tecelagem da Indonésia), mas achei melhor fechar a conta.

Antes peguei duas coisas, uma que precisava de verdade, outra que foi compra de ocasião:

2 colete mercatto

O colete jeans com mangas curtas tava muito legal, apesar de eu ter achado um pouco caro pros padrões da loja. Reparem que ele não tem forro (pouca coisa nas lojas de fast fashion tem!), mas é um jeans bem digno, o corte tá bem razoável. A única peça que eu realmente precisava.

A compra de ocasião foi uma saia lápis de tecido metálico imitando couro. Queria tanto aquela da Mixed pra C&A, mas só tinha um tamanho menor que o que eu tava na época, e não quis arriscar. Daí quando vi essa por 29 reais, não pensei duas vezes!

1 saia mercatto

Tava bem pechincha, mas tipo achei crazy quem deu o valor da época que ela foi pra loja (R$100). Não valia meeeesmo. Acho que nem a saia da Mixed, que era de qualidade bem superior, chegava a esse preço.

Tinha três tonalidades: champagne, ouro velho (essa minha), e bronze. A que achei mais bonita foi a que eu trouxe. O melhor dela é que não é curtinha, chega quase no joelho, corte bem legal. O tecido não é do tipo pra toda vida, mas é válido.

E essa era a dica que eu mais queria dar pra vocês (apesar do título estampando o post), porque é daquelas peças que a gente sempre pode aproveitar. E por esse preço… ;)



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02/01
2013
Cuidado com roupas brancas
Categoria(s) Dicas, Moda
Ana Farias

E aí, quem foi de tradicional e usou branco no réveillon?

Eu fiz a nada a ver e coloquei só um vestido que era novo mesmo, com renda creme e forro rosa neon que comprei na H&M. Aliás, cá entre nós, numa festa só com parentes e alguns amigos ainda consegui uma prima pra brincar de par de jarra comigo (o vestido era diferente, mas a ideia era a mesma! rs).

Mas quase usei uma das três peças brancas que tenho no armário: uma camisa linda da Zerozen, que usei algumas vezes mas que funcionaria super bem com short jeans pra ano novo na praia. Adoro roupa branca, mas acho que não compensa comprar branco ao invés da mesma peça colorida ou estampada, já que a durabilidade da cor é menor. Ainda mais aqui onde moro: três lavagens e o branco já vira off white!

Com o tempo fui aprendendo alguns truques, mas como sou muito preguiçosa com tarefas domésticas prefiro continuar evitando ter uma quantidade grande de branco no armário. Com as poucas que já possuo tenho um cuidado louco, e alguns detalhes realmente fazem diferença pra manutenção da cor.

Vejam só:

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1. Espalhe sobre a axila (e colarinho, se for o caso) uma solução feita com vinagre de álcool branco e bicarbonato de sódio, e deixe sobre a roupa por uma hora. Depois siga a lavagem normalmente.

2. De vez em quando coloque álcool na água da lavagem (um litro pra cada dez de água). Mantém o branco, mas não dá pra abusar dessa dica.

3. Coloque meia xícara de vinagre branco junto com o sabão para remover manchas de gordura. Minha preferida pra vida!

4. Para evitar o amarelamento, guarde as roupas brancas longe da luz. Gosto de guardar com algum tecido fino por cima, pra evitar manchar com poeira também (que por mais cuidado que a gente tenha acaba aparecendo no armário).

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Outros cuidados são coisas que a gente deve ter com qualquer roupa na hora de lavar:

1. Separar as peças brancas e lavá-las antes das coloridas, sendo que as de tecido mais delicado devem ser lavadas à mão.

2. Não se deixar vencer pela preguiça e ler as instruções de lavagem das etiquetas, pra saber direitinho quais são as recomendações do tecido.

3. Não colocar sabão e amaciante diretamente sobre a roupa, e sim dissolvê-los antes em água.

4. Lavar a roupa assim que perceber alguma mancha (pelo menos na área atingida), já que quanto mais seca, mais difícil será removê-la completamente.

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5. Não tentar remover manchas com cloro ou água sanitária. Existem vários produtos específicos pra isso hoje em dia.

6. Enxaguar muito bem as peças, pois resquícios de produtos de limpeza podem manchar ou estragar o tecido das roupas.

7. Na hora de secar, colocar a roupa no varal pelo avesso e na sombra.

8. Não deixar roupa em sacos plásticos. Dê preferência aos de tecido ou papel, que permitem que o tecido “respire”, evitando assim mofo e traças.

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Um conselho que a gente precisa seguir mas nem sempre segue é condição pra manter roupas brancas: não guardar a peça após ela ter sido utilizada. Pode ter sido uma vezinha só, por um pouquinho só de tempo, mas coloque pra lavar.

Pode parecer coisa de fresca, mas roupa mais delicada e cara, tipo vestido fino, blazer, não importa a cor, sempre deixo numa lavanderia de confiança (uso a 5 a Sec da Pereira da Silva 134, em Icaraí/Niterói).

Por fim uma coisa que a gente sempre aprende na marra: vai usar blusa/camisa branca? Não aplique desodorante roll-on! Mesmo que seja daquelas linhas que dizem que não mancham roupa – eu não me arrisco!



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