Voltei!
Ontem tava podre demais pra levantar do sofá e atualizar o blog, mesmo com 29283847 coisas pra postar. Tenho assunto aqui pra mais um monte de posts, que vou soltando ao longo da semana. Lá acontece tudo muito rápido, a gente pensa em mil coisas diferentes, mas a net não era boa (o que atrapalhou um bocado as atualizações diárias), e não dá pra estar em todos os lugares ao mesmo tempo (desfiles, corredores, lounges, fazendo fotos, vídeos, escrevendo…). Tiro o atraso agora.
Pra começar a semana, algumas cenas clicadas no Pier Mauá por mim, pela Lu Bomfim (minha ex-Emily), e pelos fotógrafos do Boticário (Marcos Madi e Wagner):
Um pedacinho dos painéis incríveis que separavam os espaços formando os corredores do armazém 3. As imagens eram vinte capas de discos lançados entre 1950 e 1960, todas do designer Cesar Villela. A exposição teve curadoria de Charles Gavin, ex-Titãs. O tema do evento esse ano foi Sou Rio, essa bossa é nossa.
O maquiador (e gato) maranhense do Boticário, Diogo Moreira, começando a maquiar uma jornalista no espaço da marca dentro da sala de imprensa. Fiz um vídeo com ele mostrando um truque bem legal, vou publicar ainda hoje.
Um dos desfiles que vi, o da Melk Z-da. É tudo tão rápido que não sei como o povo consegue reparar na roupa, fazer anotações e às vezes fotografar ao mesmo tempo.
Detalhe do final do desfile da Maria Bonita Extra, um dos mais concorridos. Só pra vocês terem uma ideia, ficou gente famosíssima em fila A de fora porque não conseguiu entrar antes da sala lotar. Achei estranho, mas deixa quieto. Apesar do periguetismo (reparem onde acaba as saias), as roupas estavam lindas.
Os convites eram um charme à parte. Alguns eram bem simples, outros tinham uns detalhes bem interessantes, como uma área com sementes que a gente pode destacar e plantar, um que virava um móbile, e por aí vai. O mais bonito de todos foi justamente o da MBE, gigante com um laço pink de oncinha. A Ana Soares me explicou que material duro era esse, mas esqueci o nome. Pra guardar.
Falando na Ana, olha ela aí num dos desfiles do primeiro dia. Ela ficou no lado par, eu no ímpar, conversando por sms. Reparem que haviam aliens na platéia.
A Gaby Amarantos, mais conhecida como Beyoncé do Pará, esteve lá com esse modelito de palco e distribuiu simpatia. Olha, tem que ter muita coragem pra sair pela rua vestida assim, viu. A pessoa ganha meu respeito.
As hostess do evento. Outras que ganharam minha admiração eterna: um calor insuportável, as duas na entrada do evento, recepcionando quem entrava, super produzidas com modelos lindos e maquiagem perfeita. Horas em cima de saltos altíssimos! Sem poder suar, não é pra qualquer uma.
A Ana de novo, dessa vez atrapalhando a foto do look da Rany. Aliás, a Aninha, 38, P, estava vestindo um vestido G no dia seguinte. Pare a Terra, né, gente! Onde que uma pessoa com manequim 38 veste G? Só na cabeça desse povo que quer transformar o mundo causando distúrbios alimentares. Leiam o post dela AQUI.
Lembram que falei do Caleb Followill brasileiro no primeiro dia do evento? Então, era o fotógrafo Franco Amendola. Tinha uma foto melhor dele, mas esqueci de pegar com o Wagner. Ele foi eleito como um dos bofes dignos da SPFW pela revista Criativa em janeiro! hahaha
A cena que vai ficar marcada pra mim depois dessa semana: como a gente chegava antes do evento abrir pro público, via muito dos bastidores dos desfiles. As modelos ali fora, semi-prontas pra passarela, fumando, lendo, conversando, e com lenços protegendo a produção, era de uma fofura.











































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