Falo tanto de roupa, maquiagem, cosméticos, e esse post ia ficando sempre pra depois. Mas como desde ontem meu melhor amigo é um pacotão de lenços descartáveis (vocês não fazem idéia do estado de gripe da pessoa), lembrei dele.
São coisinhas mega básicas que se tornaram essenciais pra mim.
1. O tal pacotão de lenços descartáveis. Esse é da linha Aromatherapy da Softy’s, que se tornou minha preferida. Eles são suaves e têm uma fragrância super delicada, que eu obviamente não estou sentindo no momento! rs Esse é de Pepino e Melão, o que mais gosto, mas já comprei o de Baunilha também e é super gostosinho. Custou dois reais (pacote com 75 folhas).
2. Nada pior do que passar por todo o processo de ir ao banheiro na rua quando a gente tá apertada. Eu preciso limpar o vaso, colocar papel higiênico nele todo, pra só então fazer minhas coisas. Imagina isso com o pips irado querendo sair. Por isso amei quando vi isso na farmácia, uma capa plástica descartável pra vaso sanitário da ProAssento. Custou setenta centavos cada. Mas uso só nesses casos de emergência, porque… plástico, né.
3. Achava besteirinha, mas a vida dos meus óculos mudou quando comprei esse Super Limpa Lentes da Chilli Beans. Dá pra deixar na bolsa e usar durante o dia (é super levinho), quando o óculos ficar embaçado. Ou pra limpar as lentes antes de guardar mesmo, já em casa. É muito rápido, borrifou um pouco direto na lente, passou um lenço de papel macio, e o óculos tá novo. Não lembro quanto custou, mas várias marcas possuem, custa entre 10-18 reais.
4. Que atire a primeira pedra quem nunca lavou a calcinha no chuveiro! Peças íntimas são… bom, íntimas, e problema de quem usa, certo? Deixo a embalagem de Higi Calcinha na bancada do box, até por uma questão de praticidade. É um sabão cremoso feito especialmente pra lavar calcinhas, tem ph neutro (seja láo que isso signifique nessa hora), cheirinho de aloe vera, higieniza e amacia as peças. Pode ser usado pra colocar de molho também. Ah, e não custa lembrar: lavar no banheiro, colocar pra secar imediatamente no sol. A embalagem vem com 300ml e custa em torno de cinco reais.
Aliás, enquete: quem aí costuma lavar calcinha antes do banho? Tô perguntando porque lembro de uma amiga que achava isso nojento, sabe-se lá por quê.
Algum básico necessário pra dividir? Dicas são sempre benvindas.















Eu usooo o Higi calcinha!! Ahahahahaha…descobri na Marisa a muuuito tempo atrás e depois vi que vende em várias farmácias tb!!! Adorooo!!! Ahahahaha….beijos
adorei o post.. quanto a questãod as calcinhas o que acho nojento de verdade é quem deixa a calcinha no cesto de roupas para empregada lavar! todo mundo deveria lavar suas próprias peças intimas incluindo os rapazes!
hahaha também acho!
Nossa, cocnordo super!!! Nojo total de calcinha em balde, esperando o dia que a moça vai lavar!
É uma coisa tão íntima, né? Não deixo ninguém lavar, e tb não lavaria de ninguém!
Penso o mesmo!!
Ótimo post Aninha…Esse Higi Calcinha é super bom! Uso sempre…
Beijoca
Manu Demonti
http://manumanuelices.com
brigada, Manu!!!
Gente, muito bacana seu blog, viu? o post de hoje é basico e necessáriooooo, de todos esses produtinhos que mencionou apenas o assento de vaso eu ainda não utilizei (mas vou correndo comprar, pq banheiro público ng merece!) para lavar as calcinhas eu uso o memso método, mas como o Higi calcinha estava com um precinho mais caro(pq eu uso muito) encontrei um lava-roupas intimas da Mon-bijou que é otimo tb!
Bjosss
joy
Joyce, brigada! Esse Higi Calcinha é legal pq a embalagem é pequena e não chama a atenção. Vou dar uma olhada nesse da Mon Bijou. beijo!
Porcaria pra mim é deixar calcinha sem lavar! Lavo no banho mesmo.
Item de primeira necessidade nesse tempo seco pra mim é esse Sorine http://www.ache.com.br/Production/Product.aspx?ProductId=264
Não “vicia” o nariz porque é só soro, e essa válvula é genial, não dá preguiça de colocar a cabeça pra trás e lavar o conta gotas depois. Deixo do meu lado e borrifo no nariz o dia todo, é puro amor.
Bia, tenho pavor de qualquer coisa entrando pelo meu nariz!
Então Ana, esse sprayzinho num dá aquela sensação de “afogada”. Eu tenho pavor é de parecer que tem um tijolo no meu nariz!
hehehe
Eu prefiro lavar as minhas na máquina…coloco no ciclo de ozônio, que ajuda a higienizar ainda mais as peças, e também seco na secadora.
Eu tenho os mesmos itens que vc. Tenho sempre lenço na bolsa, de papel e umedecido (nunca se sabe), protetor de assento e, mais importante, do higi calcinha. eu uso o zap, que é mais barato, mas eles fazem a mesma coisa. E acho uma bobagem quem reclama de lavar no banheiro. Pior é lavar na máquina, pq nem todo mundo lembra de limpar direitinho as calcinhas antes de por na máquina. Ou será que todas usam protetor diário?
Meu ginecologista proibiu lencinho íntimo e protetor diário. Tive uma irritação braba!
Ah, é questão de praticidade, rs. Ou eu lavo alí naquele momento ou eu gasto um tempo enorme depois, uma vez que eu não tenho máquina de lavar. Sem falar que nas lavanderias, essas peças normalmente são cobradas por unidade, então, já viu, praticidade e economia, rs.
pois é! E tb quando volto de viagem que vou lavar tudo de uma vez dá uma preguiça…
Da última vez que viajei minha mãe me convenceu a comprar calcinhas descartáveis. Fiz cara feia, falei que achava nojento, mas no fim me rendi. Achei uma que é de um algodãozinho super macio, e o modelo ficou confortável em mim. Foi uma beleza não ter que carregar calçolas usadas! rs
eu tenho algumas que peguei em spas, mas uso pra dormir, só. Pro dia a dia não funciona comigo.
Quero testar esse Higi Calcinha! Parece ser bom…
Beijooos
Carol
http://www.retratoseretalhos.com.br
é sim! beijo
Não sei se é só comigo mas quando a desgraçada da rinite lembra da minha existência e aparece não posso usar nenhum papel com cheiro pq acaba piorando o caso, a espirradeira só aumenta. E calcinha eu lavo no tanque, depois do banho, com sabão em pó mesmo.
nossa, se eu deixar pra fazer isso, acumula, Ana!
Eu vou ser muito sincera!!!!
Boto minhas calcinhas para lavra na máquina.
Odeio lavar elas no chuveiro.
Beijokas
Eu tenho esse limpador de óculos e adoro, ele é muito eficiente!! Agora esse capa protetora de sanitário é fundamental ter uma na bolsa para casos de emergência, acho que principalmente quem tem filho pequeno… Bjs!
verdade, cami!
vou copiar aqui para vc ler (fico achando que vão apagar…) não precisa publicar… é para vc saber. fico muito triste…
bjs
http://noticias.bol.uol.com.br/brasil/2011/08/17/flagrantes-mostram-roupas-da-zara-sendo-fabricadas-por-escravos.jhtm
Por três vezes, equipes de fiscalização do governo federal flagraram em São Paulo trabalhadores estrangeiros submetidos a condições análogas à escravidão produzindo peças de roupa da badalada marca internacional Zara, do grupo espanhol Inditex.
A apuração é de Bianca Pyl e Maurício Hashizume, da Repórter Brasil – que acompanhou as mesmas ações retratadas na noite desta terça pelo programa A Liga, na TV Bandeirantes, e levou o nome da Zara aos TTs mundiais no microblog Twitter. Os dois jornalistas esmiuçaram o processo de produção e comercialização da empresa e trazem um relato completo do que pode estar por trás do mundo da moda:
Na mais recente operação que vasculhou subcontratadas de uma das principais “fornecedoras” da rede, 15 pessoas, incluindo uma adolescente de apenas 14 anos, foram libertadas de escravidão contemporânea de duas oficinas – uma localizada no Centro da capital paulista e outra na Zona Norte. Para sair da oficina que também era moradia, era preciso pedir autorização.
Outro lado
Em resposta a questões sobre os ocorridos enviadas pela Repórter Brasil, a Inditex – que é dona da Zara e de outras marcas de roupa com milhares de lojas espalhadas mundo afora – classificou o caso envolvendo a AHA e as oficinas subcontratadas como “terceirização não autorizada” que “violou seriamente” o Código de Conduta para Fabricantes. De acordo com a Inditex, o Código de Conduta determina que qualquer subcontração deve ser autorizada por escrito pela Inditex. A assinatura do Código do Conduta é obrigatória para todos os fornecedores da companhia e foi assumido pelo fornecedor em questão (AHA).
A empresa disse ter agido para que o fornecedor responsável pela “terceirização ão autorizada” pudesse “solucionar” a situação imediatamente, assumindo as compensações econômicas dos trabalhadores e comprometendo-se a corrigir as condições de trabalho da oficina flagrada com escravidão.
Haverá, segundo a Inditex, um reforço na revisão do sistema de produção para garantir que não exista outro caso como este. “Estamos trabalhando junto com o MTE para a erradicação total destas práticas que violam não só nosso rígido Código de Conduta, como também a legislação trabalhista brasileira e internacional”. Em 2010, a Inditex produziu mais de 7 milhões de unidades de peças no Brasil, desenvolvidas, segundo a empresa, por cerca de 50 fornecedores que somam “mais de 7 mil trabalhadores”. O total de peças que estava sendo produzido irregularmente (algumas centenas de peças), adicionou a Inditex, representa “uma porcentagem inferior a 0,03%” da produção do grupo, que é um dos maiores do mundo no segmento, no país.
A investigação da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego de São Paulo (SRTE/SP) – que culminou na inspeção realizada no final de junho – se iniciou a partir de uma outra fiscalização realizada em Americana (SP), no interior, ainda em maio. Na ocasião, 52 trabalhadores foram encontrados em condições degradantes; parte do grupo costurava calças da Zara. As informações puderam ser liberadas agora para não prejudicar os trabalhadores e o processo de fiscalização.
“Por se tratar de uma grande marca, que está no mundo todo, a ação se torna exemplar e educativa para todo o setor”, coloca Giuliana Cassiano Orlandi, auditora fiscal que participou de todas as etapas da fiscalização. A ação, complementa Giuliana, serve também para mostrar a proximidade da escravidão com pessoas comuns, por meio dos hábitos de consumo. “Mesmo um produto de qualidade, comprado no shopping center, pode ter sido feito por trabalhadores vítimas de trabalho escravo.”
O quadro encontrado pelos agentes do poder público, e acompanhado pela Repórter Brasil, incluía contratações completamente ilegais, trabalho infantil, condições degradantes, jornadas exaustivas de até 16h diárias e cerceamento de liberdade (seja pela cobrança e desconto irregular de dívidas dos salários, o truck system, seja pela proibição de deixar o local de trabalho sem prévia autorização). Apesar do clima de medo entre as vítimas, um dos trabalhadores explorados confirmou que só conseguia sair da casa com a autorização do dono da oficina, só concedida em casos urgentes, como quando levou seu filho ao médico.
Quem vê as blusas de tecidos finos e as calças da estação nas vitrines das lojas da Zara não imagina que, algumas delas, foram feitas em ambientes apertados, sem ventilação, sujos, com crianças circulando entre as máquinas de costura e a fiação elétrica toda exposta. Principalmente porque as peças custam caro. Por fora, as oficinas parecem residências, mas todas têm em comum as poucas janelas sempre fechadas e com tecidos escuros para impedir a visão do que acontece do lado de dentro das oficinas improvisadas.
As vítimas libertadas pela fiscalização foram aliciadas na Bolívia e no Peru, país de origem de apenas uma das costureiras encontradas. Em busca de melhores condições de vida, deixam os seus países em busca do “sonho brasileiro”. Quando chegam aqui, geralmente têm que trabalhar inicialmente por meses, em longas jornadas, apenas para quitar os valores referentes ao custo de transporte para o Brasil. Durante a operação, auditores fiscais apreenderam dois cadernos com anotações de dívidas referentes à “passagem” e a “documentos”, além de “vales” que faziam com que o empregado aumentasse ainda mais a sua dívida. Os cadernos mostram alguns dos salários recebidos pelos empregados: de R$ 274 a R$ 460, bem menos que o salário mínimo vigente no país, que é de R$ 545.
As oficinas de costura inspecionadas não respeitavam nenhuma norma referente à Saúde e Segurança do Trabalho. Além da sujeira, os trabalhadores conviviam com o perigo iminente de incêndio, que poderia tomar grandes proporções devido a quantidade de tecidos espalhados pelo chão e à ausência de janelas, além da falta de extintores de incêndio. Após um dia extenuante de trabalho, os costureiros, e seus filhos, ainda eram obrigados a tomar banho frio. Os chuveiros permaneciam desligados por conta da sobrecarga nas instalações elétricas, feitas sem nenhum cuidado, que aumentavam os riscos de incêndio.
Brigas entre bolivianos, paraguaios e peruanos causam morte
As cadeiras onde os trabalhadores passavam sentados por mais de 12 horas diárias eram completamente improvisadas. Alguns colocavam espumas para torná-las mais confortáveis. As máquinas de costura não possuíam aterramento e tinham a correia toda exposta (foto acima). O descuido com o equipamento fundamental de qualquer confecção ameaçava especialmente as crianças, que circulavam pelo ambiente e poderiam ser gravemente feridas (dedos ddas mãos decepados ou até escalpelamento).
Para Giuliana, a superexploração dos empregados, que têm seus direitos laborais e previdenciários negados, tem o aumento das margens de lucro como motivação. “Com isso, há uma redução do preço dos produtos, caracterizando o dumping social, uma vantagem econômica indevida no contexto da competição no mercado, uma concorrência desleal”.
O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) lavrou 52 autos de infração contra a Zara devido as irregularidades nas duas oficinas. Um dos autos se refere à discriminação étnica de indígenas quéchua e aimará. De acordo com a análise feita pelos auditores, restou claro que o tratamento dispensado aos indígenas era bem pior que ao dirigido aos não-indígenas.
A primeira oficina vistoriada mantinha seis pessoas, incluindo uma adolescente de 14 anos, em condições de trabalho escravo. No momento da fiscalização, os empregados finalizavam blusas da Coleção Primavera-Verão da Zara, na cor azul e laranja (fotos acima). Para cada peça feita, o dono da oficina recebia R$ 7. Os costureiros declararam que recebiam, em média, R$ 2 por peça costurada. No dia seguinte à ação, 27 de junho, a reportagem foi até uma loja da Zara na Zona Oeste de São Paulo (SP), e encontrou uma blusa semelhante, fabricada originalmente na Espanha, sendo vendida por R$ 139.
De outra oficina localizada em movimentada avenida do Centro, foram resgatadas nove pessoas que produziam uma blusa feminina e vestidos para a mesma coleção Primavera-Verão da Zara. A intermediária AHA pagava cerca de R$ 7 por cada peça para a dona da oficina, que repassava R$ 2 aos trabalhadores. Peça semelhante a que estava sendo confeccionada foi encontrada em loja da marca com o preço de venda de R$ 139. Uma jovem de 20 anos, vinda do Peru, disse à reportagem que chegou a costurar 50 vestidos em um único dia. Em condições normais, estimou com Maria Susicléia Assis, do Sindicato das Costureiras de São Paulo e Osasco, seria preciso um tempo muito maior para que a mesma quantidade da difícil peça de vestuário fosse toda costurada.
Foi apurado que até a escolha dos tecidos era feita pelo Departamento de Produtos da Zara. O fabricante terceirizado encaminhava peças piloto por conta própria para a matriz da Zara (Inditex) na Espanha, após a aprovação de um piloto pela gerente da Zara Brasil. Somente após a anuência final da Europa, o pedido oficial era emitido para o recebimento das etiquetas. Na opinião de Luís Alexandre Faria, auditor fiscal que comandou as investigações, a empresa faz de tudo, porém, para não “aparecer” no processo.
Para a fiscalização trabalhista, não pairam dúvidas acerca do gerenciamento da produção por parte da Zara. Entre os atos típicos de poder diretivo, os agentes ressaltaram “ordens verbais, fiscalização, controle, e-mails solicitando correção e adequação das peças, controle de qualidade, reuniões de desenvolvimento, cobrança de prazos de entrega etc.”
Em resposta a questões sobre os ocorridos enviadas pela Repórter Brasil, a Inditex – que é dona da Zara e de outras marcas de roupa com milhares de lojas espalhadas mundo afora – classificou o caso envolvendo a AHA e as oficinas subcontratadas como “terceirização não autorizada” que “violou seriamente” o Código de Conduta para Fabricantes. De acordo com a Inditex, o Código de Conduta determina que qualquer subcontração deve ser autorizada por escrito pela Inditex. A assinatura do Código do Conduta é obrigatória para todos os fornecedores da companhia e foi assumido pelo fornecedor em questão (AHA).
A empresa disse ter agido para que o fornecedor responsável pela “terceirização ão autorizada” pudesse “solucionar” a situação imediatamente, assumindo as compensações econômicas dos trabalhadores e comprometendo-se a corrigir as condições de trabalho da oficina flagrada com escravidão.
Haverá, segundo a Inditex, um reforço na revisão do sistema de produção para garantir que não exista outro caso como este. “Estamos trabalhando junto com o MTE para a erradicação total destas práticas que violam não só nosso rígido Código de Conduta, como também a legislação trabalhista brasileira e internacional”. Em 2010, a Inditex produziu mais de 7 milhões de unidades de peças no Brasil, desenvolvidas, segundo a empresa, por cerca de 50 fornecedores que somam “mais de 7 mil trabalhadores”. O total de peças que estava sendo produzido irregularmente (algumas centenas de peças), adicionou a Inditex, representa “uma porcentagem inferior a 0,03%” da produção do grupo, que é um dos maiores do mundo no segmento, no país.
Para ler a reportagem completa, clique aqui. Leia mais no blog do Sakamoto.
ahh eu tbm lavo calçinhas no banho! todo dia.. Uso um produto específico tbm, mais esqueci o nome.
Carrego sempre na bolsa os lenços íntimos umidecidos da Intimus, pois papel higiênico na maioria dos lugares não é nem um pouco higiênico.
eu não posso usá-los de jeito nenhum!
Ótimas dicas.
Blog da Lívia Tozzi (Moda e Beleza em todos os sentidos !)
http://www.liviatozzi.com.br
@tozzilivia
Sobre o Higi calcinha, já fui paranóica e usei por uns tempos (há muito tempo), e cheguei até a comprar secadora dessa de pendurar exclusivamente para as calcinhas e coloquei no banheiro. Sinceramente? Duas ginecologistas disseram que é besteira. Um sabão neutro resolve muito bem, e pode-se colocar no cesto de roupa suja e lavar na mão depois. Na verdade, essa idéia de que nossa intimidade é algo “sujo e velado” é uma besteira… e o único problema de se colocar junto com outras roupas na máquina é que a gente usa ciclo amaciante e aí não é legal deixar na calcinha. O sabão em pó pode deixar uns resíduos também, mas se for bem enxaguado tb nem tem tanto problema. Eu deixei essas paranóias de lado… boto no cesto e lavo na mão no tanque depois, com sabão em barra mesmo.
Munique, em momento nenhum eu disse que era sujo, apenas que era íntimo! beijo
Caláro que lavo as minha, né?
Já foi tempo da senzala, por mais que a Zara ache ainda normal (http://noticias.uol.com.br/cotidiano/2011/08/17/flagrantes-mostram-roupas-da-zara-sendo-fabricadas-por-escravos.jhtm ) hehehe
Amei o post, Ana
beijo, amiga!
Tb carrego na bolsa os lencinhos Dermacyd Pocket.
Não conhecia esses lencinhos de papel aromatizados! Ontem descobri um travesseiro com aroma de chocolate (parece uma barra gigante!)… tá lá no meu blog.
nossa, deve ser uma delícia!
Fiquei super curiosa pra testar esse produto para limpar as lentes dos óculos. Vou atrás de um pra mim!
Bjao
vc vai gostar. beijo!
Ana, amei seus itens necessários. Essa capa plástica descartável é um achado, vou procurar por aqui. Eu acrescentaria um álcool gel. Eu levo na bolsa um da Natura Erva Doce, tem o tamanho ideal e o cheiro é bem fresquinho.
Beijo
verdade, lindinha! Uso um da Victoria’s Secret da linha Love Spell, amo!
Eu lavo as minhas no chuveiro mesmo, mas esse negócio de lavar e colocar no sol pra secar…só funciona em quem tem casa com quintal e mora em cidade onde faz sol, né, ana? rs pq pra quem mora em apErtamento em são paulo, não tem dessas opções não…rs
ah, tem que ter ar! Deixar secando no banheiro pode dar problema. :/
Ana, adorei seu blog. Cheguei aqui atraves do seu You Tube. Fui ver o video sobre os batons preferidos da MAC. Alem de adorar sua maneira de falar, me senti menos culpada por tambem ser louca por batons e ter tantos.
Eu não admito em hipótese alguma que alguem lave minhas calcinhas. Que vergonha seria isso! Acho que só se eu estivesse na UTI (Deus me livre)Desde os 5, 6 anos de idade que a minha mae me ensinou a lavar no banho. Lavo antes de udo. Com sabão de coco pq acho esses sabonetes próprios muito caros.
sabão de coco é uma boa mesmo!
beijinho!
Oi Ana!!Também sou adepta do sabão de coco.E quanto a deixar secando no banheiro,sempre fiz assim,mas depois passo o ferro fumegando por cima!Besos!!
gente! rs
Ana, também tenho nojinho de deixar as calçinhas pra depois. Poxa, é uma região do corpo quentinha e mucosa, as bactérias ficam felizinhas ali. Se eu esperar pra lavar, quanto mais elas terão se proliferado? E deixar pra alguém lavar é uma “p* falta de sacanagem”! A desvantagem de lavar no banho é que a água quente não é boa pra alguns tecidos e elásticos, mas tenho preguiça de lavar no tanque depois…
E pra entender a minha preguiça+nojo, eu lavo minhas calçinhas no banho até em hotel. Sempre tenho uns prendedores de roupa que ficam na necessaire. Aí lavo e estendo em algum cabide. Fica no máximo a calçinha do último dia sem lavar, que vai pro banho comigo assim que eu chego em casa! heheheh
Em hotel eu abro excessão porque não gosto de deixar calcinha secando no banheiro. Mas assim, não é que eu tenha nojinho de não lavar na hora, não entendi foi a pessoa ter nojinho de lavar na hora! rs beijo!
Boom.. eu uso lencinho íntimo somente nos dias TENSOS. kkkkk Fazer bem não faz mais não. O higi calcinha, conheci na Marisa há muito tempo e sou dependente dele. Já tive uma irritação por causa de sabão em pó. kkkk Ai ai .. pobre adora ter alergia fresca. kkkkkkkkkkk
pois é! tive uma alergia que nem sabia que era alergia, o médico que falou e mandou parar com tudo. beijo!
Oi Ana!!! Como uma boa “leitora que ainda me paga!” (rsrsrs) achei algo incrível na loja do segundo piso do Center IV (ou V, sempre confundo, o Center da Cantão)que vende Avon pronta entrega. São lenços umedecidos da Ricca, vem numa caixinha do tamanho de um maço de cigarros, ótimo para levar na bolsa. Por R$ 5!!!!
aimeodeols! rs
Eu ando sempre com lencos umedecidos e lencos klenex na bolsa. Esse plastico protetor de assento eh uma otima ideia pois meu processo eh mais longo que o seu..limpo o assento com papel, depois com alcool em gel (tb na bolsa 24/7) e depois forro com mais papel..rs
O higicalcinha eu comprei o produto mais pela embalagem que eh mais simpatica, mas quando acaba eu reponho com sabao pra pecas delicadas ou roupinhas de bebe. Embora eu lave minhas calcinhas no banho tb, me preocupo se a agua quente nao danifica o tecido elastico delas, li isso em algum lugar ja.
Voces ja leram algo a respeito?
Sim, já ouvi falar. Mas não abro mão dessa praticidade! rs beijo!
Ana, também uso tudo isso, com exceção do protetor de assento que prefiro um que é de papel encerado. Vem cinco na caixinha e custa R$ 6,00. O Higi não sai do meu box por nada, dá para usar sabão normal mas eu gosto da praticidade dele e do cheirinho do tradicional (o do Teen eu acho enjoado).
legal isso, hein! Vou ficar atenta!
Ah, Ana, os lencinhos da Ricca são para as mãos, não são íntimos.
entendi!
Oi Ana,
Adorei essa caixinha de lenço. Ando c/ uma alergia braba e o nariz não pára de escorrer. Acho ela em qualquer farmácia?
E quanto ao higi calcinha eu ADORO!!! já tem uns 3 anos que comecei a usa-lo.
BJS
Marcia
bela, achei numa farmácia aqui perto de casa, não deve ser difícil encontrar não! beijim
Depois que fiz a cirurgia pra correção de miopia, passei a usar muito os lenços de papel (pq tem que pingar colírio algumas vezes por dia). Descobri tantas utilidades pra ele que não fico mais sem.
eu tb queria fazer…
Nossa, sóóó lavo calcinha no banho! hauahauhauahaua Se deixar pra lavar depois vai acumulando, acumulando e aí sim não acho nada higiênico.
Ainda não achei o higi *a intima* pra comprar por aqui =/ então continuo com minha tecnica de lavar com sabonete intimo mesmo!
eu lavava com sabonete normal mesmo!
[...] a linha daquele post sobre básicos necessários na nossa vida de mulheres limpinhas (né?), uma lista de coisas que chegaram por [...]
Ana, uma dúvida q tive lendo o seu post e uma curiosidade tb sobre a hora da mulherada ir num banheiro público:
- Ninguém mais faz xixi em pé? Ou essa parte de sentar no sanitário é só pro “número 2″?
Letícia, eu já ouvi dizer que não é muito legal pra gente fazer xixi em pé, viu. E depois tem aquilo, a tampa sempre suja, nem todo mundo limpa, e por mais em pé que a gente fique rola sempre o perigo de encostar (nojinho!), né? O ideal é ter um arsenal mesmo, rs