29/10
2014
Três looks Ateen para C&A Collection
Categoria(s) Moda
Ana Farias

Semana passada estava por acaso no shopping fazendo uma hora e resolvi passar na C&A pra dar uma checada na coleção da Ateen. Olha, duas coisas pra dizer:

1) Não consigo entender esses lançamentos um atrás do outro assim, que nem dá tempo de pagar o cartão antes de ter novidade interessante à disposição;

2) Falando nele, ainda bem que meu cartão tem ficado guardadinho em casa, porque pirei finalmente numa coleção da C&A.

Gostei dos tecidos (e convido quem ainda não viu pra ler o post sobre a coleção no blog da Ana Soares, o Hoje Vou Assim OFF, porque ela entende disso melhor do que eu e falou com mais gabarito), das estampas, da maioria dos cortes. Não sei como estão as araras agora porque estive lá na sexta, mas a loja do Plaza Shopping em Niterói tava bem alimentada. Achei os acessórios divos, e tinha uma bolsa toda de tachas que, se eu tivesse cartão na mão, teria comprado. Os preços, achei a maioria ok, mas não entendo C&A cobrando mais de 120 reais no que quer que seja.

Fui zapeando entre as peças que curti mais, e peguei seis pra levar pro provador. Nem tudo vestiu bem, mas curti cada uma delas independente disso. Segue:

1. CAMISETA COM APLICAÇÃO DE TACHAS + SAIA LONGA DE PAETÊS

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Camiseta: R$ 59,90 | Saia: R$ 189

A camiseta tem uma malha bem molinha e confortável, é bonita, mas achei cara em comparação com outros itens da coleção. Já a saia vale o preço: é lu-xo! Puro luxo. Peça que eu arremataria sem piscar se não tivesse encaminhando meu dindim pra outras coisas no momento. É pesadinha, mas só o suficiente pra dar o caimento. Amei num grau!

2. BLUSA MANGA BOCA DE SINO + CALÇA DE ALFAIATARIA

ateen c&a 2

Blusa: R$ 79,90 | Calça: R$ 129

Aqui tanto a blusa quanto a calça me vestiram mal. Esse estilo bata anos setenta eu amo pro resto da vida, mas por causa do meu tipo de corpo é complicado de usar (aliás, beijo pra você que na pressa esqueceu de dar laço na cordinha do pescoço). A calça, além da óbvia necessidade de se fazer uma bainha, marcou demais – mas tudo bem que eu tava muito feliz porque tudo que experimentei foi tamanho 40, então tava valendo! \o/ Muitas cores lindas, se a calça te servir bem e é ótima opção pra trabalhar, e o preço tá legal.

3. CAMISA DE NÓ + SAIA CURTA BORDADA

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Camisa: R$ 79,90 | Saia: R$ 149,90

Esse look deu vontade de sair correndo da loja vestida com ele, porque amei demais. A camisa eu só preferiria que não fosse pra dar nó (ela tem a frente já modificada pra isso, não tem como usar sem), mas fiquei apaixonada! Tempos que quero uma camisa amarela, se ainda tiver no meu número quando for na loja de novo, vou querer comprar. A saia é um pouco curta, o que acho um problema pra quem tem mais de 35. Mas ei, cada cabeça uma sentença, e querem saber? A cougar aqui usaria numa boa! rs É a peça mais incrível da coleção, de longe.

E agora já tem Iódice chegando, né? Haja renda pra isso tudo, gente. Ainda bem que coloquei na minha cabeça que agora só compro roupa quando terminar de emagrecer. Tô praticamente pelada (#cazuzinhaexagerada), mas não tô afim de comprar tudo agora pra mandar apertar depois.

E vocês que ainda não desistiram de mim (ai, meu sumiço…), curtiram alguma coisa?



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13/10
2014
La vie est belle com Lancôme
Categoria(s) #presskit, Fragrâncias, Lançamento
Ana Farias

Calhou que durante aquela viagem que fiz pra Itália, lááááá em 2012 (snif, quanto tempo!), vários perfumes bacanas estavam sendo lançados na Europa. Um deles, meu amado La Petite Robe Noir, da Givenchy, que até hoje quero me estapear por não ter comprado. Outro que lembro de ter experimentado é o La vie est belle, da Lancôme – que, por sua vez, não foi amor à primeira vista.

Não sei direito o motivo, mas lembro de não ter curtido o EDP na loja. E desapeguei do interesse por ele. Mãns, por uma dessas belezas da vida, acabei recebendo de presente da marca a versão EDT faz uns dias. Depois daquele bico de Q básico, blasé de tudo, borrifei a fragrância no pulso. E aí sim, deu química!

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Não sei dizer se meu gosto mudou (e isso aconteceu muito ao longo dos anos, pois hoje curto notas que quase odiava), ou se é pela suavidade natural dos EDT, sei que estou apaixonada por ele. Ficou esses dias ao lado do computador aguardando postagem, e toda hora eu tava borrifando um cadinho.

É um floral bem feminino, mas extremamente sofisticado. Não acho que é pro gosto de todo mundo não, e ainda quero perguntar a opinião masculina sobre ele, pois não me parece em princípio um cheiro que eles curtiriam. Mas posso estar super enganada, talvez seja só preconceito bobo mesmo. De qualquer forma, tem uma áurea de maturidade nele que talvez faça com que não agrade o público mais jovem.

A fragrância tem coração floral, com notas de saída de magnólia e íris – reveladas num acorde de fundo gourmand bem suave, com toques de amêndoa, baunilha, praliné, algodão doce e fava tonka. Leva ainda flor de laranjeira, jasmim e essência de patchouli (que dá o toque oriental). Apesar de adocicada, é refrescante, luminosa, boa pra qualquer hora do dia.

E tem ainda o barato do frasco, transparente pra deixar o líquido rosado à mostra, e com fundo formando um sorriso de cristal. A faixa de organza iridescente dá a ideia de asas etéreas como símbolo de liberdade (link do comercial com a Julia Roberts, já viram?).

No Brasil, o preço sugerido do frasco de 50ml é R$309, e o de 100ml sai por R$429.



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06/10
2014
Novidade capilar: Matrix Biolage Force Fiber Anti-quebra
Categoria(s) Cabelos
Ana Farias

Vocês sabiam que 1/3 das brasileiras reclama de cabelos fracos e com queda? De olho nesse mercado, a Matrix lançou a linha Biolage Force Fiber Anti-quebra, com ingredientes botânicos e produção ecofriendly. Ela promete fios até 12x mais resistentes.

Sua fórmula possui a tecnologia Intra-Cylane, que, segundo informações da empresa, fortalece o cabelo de dentro pra fora, preenchendo as lacunas do interior das fibras e criando um reforço natural onde há perda de matéria. Enquanto isso, o bambu, outro ativo presente na linha, age promovendo mais resistência na parte exterior do fio, resultando em mais maleabilidade pro cabelo.

matrix biolage force fiber

São cinco produtos pra manutenção do cabelo em casa:

1. Shampoo Fortalecedor Anti-Quebra (R$30)
2. Condicionador Fortalecedor Anti-Quebra (R$35)
3. Creme de Tratamento Ultra Fortalecedor Anti-Quebra (R$61)
4. Leave in Creme de Controle Anti-Quebra (R$55)
5. Concentrado de ampolas Hyperfortificante Intra-Cylane 10 (uso profissional)

Fui ao encontro promovido pela marca aqui no Centro do Rio, mas infelizmente não testei os produtos no dia. É que tinha feito uma mega hidratação no dia anterior, e achei melhor pular essa parte. Mas olhem só o resultado em algumas das outras convidadas:

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O tratamento consistiu em lavar os cabelos com o shampoo, depois aplicar o Hyperfortificante Intra-Cylane 10, que é um serum aquoso super leve, com pausa de 10 minutos. Ele é um concentrado de ampolas que promove o fortalecimento intensivo do interior dos fios através da concentração de 10% de Intra-cylane. Após o serum, é aplicado o Creme de Tratamento Ultra Fortalecedor, e após o enxágue é usado o leave in. É exatamente o tratamento feito nos salões, onde o valor sugerido do tratamento é de R$60.

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No presskit veio shampoo, creme de tratamento e leave in. Usei em casa e os pontos positivos são os seguintes: o cheiro dos produtos é de matar de tão bom, o cabelo fica mega brilhoso, com fios macios toda vida. O creme de tratamento não é muito grossinho, mas dá aquela sensação de cabelo derretido na hora do enxágue.

Mas o melhor de tu-do é o leave in! Tenho usado direto desde o evento (que já aconteceu tem um tempinho), e é tudo de bom: segura o frizz, modelando sem pesar, tem cheiro delicinha, se deu super bem com meus fios finos.

Acho que foi um dos lançamentos da Matrix que mais curti, entre os que conheço. Vale a pena conhecer o serviço nos salões (procure um perto de você AQUI).



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06/10
2014
Como estou emagrecendo?
Categoria(s) #Mudança de Hábitos, Dieta
Ana Farias

Compreendi que estava apaixonada no dia em que não consegui esperar o sol baixar pra colocar o tênis e sair pra rua. O comichão da corrida tinha finalmente me pegado de jeito. Eu, que sofro mais que tudo no sol, que fico roxa com o calor, coloquei a viseira, peguei a água, e me mandei pra um treino que deveria ser de quase quatro quilômetros – alternando dois minutos de caminhada e dois minutos de corrida.

Claro que só cheguei à metade. O sol, ainda que de inverno, tava me cozinhando. E foi aí que entendi que era mais que paixão, que era amor: pausei o aplicativo do telefone, voltei caminhando zonza pra casa, me hidratei, comi uma banana com mel e granola, descansei, e assim que o sol baixou, uma hora e meia depois, saí pra rua de novo pra terminar o percurso. E assim totalizei pouco mais de cinco quilômetros naquele dia. Há alguns meses atrás isso seria impensável! Eu desistiria e ponto. Mas, com o exercício físico, não foi só o corpo que mudou: a cabeça vem acompanhando também. Ou seria o contrário?

Choose to Lose The 7 Day Carb Cycle Solution

Pra dar um gás no emagrecimento, coisa na qual eu já tava investindo, comecei a ler um livro do Chris Powell, apresentador do programa Extreme Makeover Weightloss Edition (comprei na Amazon e chegou super rápido). O interesse na corrida surgiu, como já contei em outro post, graças a amigas antes sedentárias que agora não param de postar fotos em corridas de rua – em especial a Luisa Oliveira (@luisaoliveira) e a Manu Alves (@cozinhologoexisto), sem esquecer da voz gatinha da amiga Priscila Matz (@priscilamatz) no meu ouvido. Vai pra rua, Ana. Vai pra rua.

Ouvi isso durante meses sem fim até finalmente ceder à caminhada. E ainda foi necessário lutar contra a vontade de ficar no sofá durante muuuitooo tempo antes de começar a levar o exercício a sério – pelo menos quarenta minutos 5x por semana. E mais um tempinho pra entender que começar a correr não era um bicho de sete cabeças. E que correr era bom, era legal demais! Dessa compreensão ao “não posso sair hoje porque tenho treino” foi algo praticamente simultâneo.

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O que fiz pra começar a correr? Fui ao médico, expliquei que caminhar me deixava com dor no joelho, e que estava com medo de dar o passo seguinte. Depois de me examinar, ele disse que a causa da dor era provavelmente o sobrepeso aliado ao tempo que passei parada, e que era pra eu insistir na atividade, e reparar o que acontecia nas duas semanas seguintes. Se por acaso a dor continuasse, eu deveria suspender os trotes e voltar lá. Duas semanas depois eu tava era no calçadão dando minhas primeiras corridinhas de poucos segundos. E hoje, dor no joelho who? Já faz um bom tempo que não sei o que é isso. Voltei até a usar salto sem (muito) sofrimento…

Sobre esse início, a Manu fez um post ótimo no blog dela (link AQUI), dando inclusive indicações de aplicativos pra quem tá pensando em começar a correr sem ajuda profissional. Mas antes de tudo, insisto, um ok do seu médico é imprescindível. E também não acho que a gente que é mega sedentária deve querer começar correndo 5k! Vamos aos poucos, caminhando nos primeiros meses cada vez mais rápido, e dando trotes de dez segundos, depois vinte, depois trinta, e por aí vai.

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Não que eu não sinta dor nas pernas, mas é dor típica da corrida mesmo, ainda mais pra quem é iniciante. De resto, a coluna melhorou maravilhas, e passei do manequim 46 (às vezes 48) pro 42. Ou melhor, quase 42. Ainda falta emagrecer uns quilos pra fincar meu pé aí, mas já quase consigo comprar roupa M em lojas “comuns”, isto é, que se recusam a vestir o público plus size – e sobre isso continuo a achar o que sempre achei: um absurdo.

Mas por que eu tô contando isso pra vocês? É que algumas pessoas viram minhas últimas fotos e vieram perguntar o que eu estava fazendo pra emagrecer tanto. Quem me acompanha só no blog pode não ter percebido porque ando ausente, mas lá se foram treze quilos em três meses, sendo que no primeiro mês, sem muito direcionamento, só diminuindo a quantidade de comida, emagreci “apenas” três deles. O que mudou pra acelerar um pouco esse processo? A corrida.

começo na nutróloga

Tá, a corrida e o acompanhamento de uma nutróloga, a doutora Miriam Marialva (vou deixar o contato dela no final do post). Ela que montou uma dieta básica pra mim (que sigo com algumas jacas, tipo usar açúcar mascavo no lugar do adoçante por achar mais saudável, ou comer um docinho aqui e ali porque o exército de formigas em TPM que me habita necessita). Passou também umas vitaminas porque meu nível de empolgação com a vida tava negativo, e pouco depois disso eu já estava levando o treino do aplicativo Nike Running super a sério. Em um mês dei adeus a mais cinco quilos e algo.

Seguindo as indicações do treinador direitinho, passei de caminhar com alguns trotes sem fôlego de dez segundos, pra aguentar um tempo maior correndo, já quase um quilômetro seguido – o que ainda é pouco pra quem deseja um dia correr 10k, mas já bem melhor do que quando comecei. Onde a cabeça ajuda? Não vejo mais minha resistência curta como um problema impeditivo, mas sim como algo que devo aprimorar pra superar dia a dia. Pra onde minha mente tava há alguns meses, juro pra vocês que só de me enxergar assim já é um puta lucro.

emagrecer

Outro lucro é poder finalmente tirar do fundo do armário peças que eu tinha comprado precisando emagrecer um pouco pra usar, mas que por ter acabado engordando muito quase foram parar nos bazares da vida. Em especial, a saia de estampa onça/coração da Maria Bonita Extra láaaaa no início das coleções especiais da C&A, e um vestido que eu amo da Mercatto. Acima, fotos dos dias que estreei cada peça.

Enfim, o que quero dizer é que não tem nenhum segredo: tô fazendo reeducação alimentar (ou seja, como bem, mas cortei os engordiets mais brabos, como refrigerantes, frituras, qualquer coisa muito gordurosa, praticamente tudo com farinha branca – só como pão de vez em quando. Doce eu como de vez em quando também, mais por querer comer do que por achar que tudo bem comer, se é que vocês me entendem), e tô fazendo exercício físico.

Essa é a fórmula pra emagrecer, gente, sem mistério, sem magia, sem tecnologia, sem milagre. Só fechar a boca e mexer o corpo. A dificuldade, que existe e não dá pra negar, é colocar isso em prática. Levei anos, e tenho muito respeito pelo processo e pelos mecanismos de cada um de nós pra chegar aqui e vomitar facilidades do tipo “é só querer”. Sim, é simples assim: é só querer. O que não é simples é sair da compreensão disso pra prática da mudança de vida. Difícil não é querer mudar, é agir.

O que posso dizer é que desejo que cada um(a) de vocês que está onde eu estava há alguns meses atrás consiga chegar o mais rápido possível no ponto de ultrapassar essa barreira entre querer e fazer. Porque depois que a gente finalmente cruza a ponte bate aquele remorso certo: por que não fiz isso anos atrás?

Um beijo e força na peruca pra gente que luta contra a balança. Pra mim ainda falta perder dez quilos. Quando isso acontecer (não tenho pressa) faço um post de antes e depois pra vocês. E inspirem-se sempre no seguinte: não liguem pro preconceito alheio, sejam quem vocês quiserem ser, e cuidem sempre da saúde física e emocional. O resto é consequência de se apaixonar por si mesmo. <3

Contato da doutora Miriam Marialva:
Rua do Catete, 347/551, Rio de Janeiro
Telefone: 21 2205-1230



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30/09
2014
Radiofrequência contra flacidez facial
Categoria(s) Pele, Rosto, Tratamento
Ana Farias

Já falei algumas vezes que quem tem cuidado (muito bem!) da minha pele é a esteticista Cláudia Miranda, do Werner da Moreira César. Ela que manda: decide o tratamento que preciso, e fazemos uma sequência de sessões. Minha pele melhorou muuuitooo!

Mês passado fechamos um tratamento de Radiofrequência no rosto, pra combater flacidez, que é meu maior pesadelo ultimamente. Já fiz metade das sessões e tô encantada com o resultado. A pele está visivelmente mais firme, e com uma luminosidade bem bacana.

RADIOFREQUÊNCIA

A Radiofrequência provoca um aquecimento de 40 a 41° na derme, que é a parte mais profunda da pele. O aquecimento é interno, ou seja, externamente a gente não sente essa temperatura, mas sim um quentinho gostoso em contato com o rosto. O que o tratamento provoca é uma reestruturação nas fibras de colágeno, que se contraem e se reacomodam, “levantando” o tecido – por isso a radiofreqüência tem um efeito lifting, ou seja, pele mais firme e retraída com a continuidade do tratamento.

Também há o estímulo da produção de células novas: os fibroblastos produzem mais colágeno, mais elastina, o que torna a pele mais viçosa, e com flacidez diminuída. E o tratamento continua agindo por duas semanas. Por diminuir os nódulos de fibrose, é ideal pra tratamentos de celulite, gordura localizada, e pós operatórios (após liberação do médico).

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O tratamento de dez sessões custa em média mil reais, e pode ser feito duas vezes ao ano, com pausa de quinze dias (idealmente). Mas em apenas uma sessão já dá pra notar uma diferença na luminosidade da pele. Não tem contra-indicação, só que quem tem pele madura vai sentir uma diferença maior do que quem tem pele mais jovem (nesse caso, pode funcionar como prevenção também).

Atenção para as contra indicações: grávidas, portadores de próteses metálicas na zona a ser tratada, portadores de marca-passo, pacientes com câncer ou metástase, artrite, e imunodepressivos, em processo de cicatrização (pós-operatório imediato e tromboflebites), além de menores de 18 anos.

cláudia miranda

Serviço:
Werner Coiffeur
Rua Coronel Moreira César, 345 – Icaraí/Niterói
Telefone: 21 2710-9382



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