31/07
2014
Produto da semana: Johnson’s Body Lotion
Categoria(s) #presskit, Corpo, Fragrâncias, Hidratação
Ana Farias

Apenas amor por esse presskit que recebi da Johnson’s com três hidratantes corporais.

Já curtia bem essa linha (que tem seis fragrâncias), que agora chega com visual renovado, mais clean, e fácil de visualizar as principais informações dos produtos.

Johnsons Body Lotion

As loções possuem Vitamina E, e prometem ação antioxidante e ação hidratante por 24 horas.

Recebi as versões Pele dos Sonhos (com óleos essenciais em fragrância relax, boa pra aplicar antes de dormir), Maciez Prolongada (um pouco mais hidratante), e Lavanda & Camomila (cheiro maravilha demais). Todas são absorvidas rapidamente, deixando um toque seco e um perfume suave na pele.

Johnsons Body Lotion resenha

A loção Pele dos Sonhos tem uma consistência diferente das outras, é mais firme. É a que seca mais rápido na pele.

E o melhor é o preço, é claro, em torno de 8-10 reais (200ml). Preço de farmácia, #AnaCurtiuIsso! ;)

As outras opções de fragrância são: Hidratação Intensiva (com manteiga de Karité e cacau), Pele Fresquinha (com fragrância microencapsulada, que diz ser liberada gradualmente na pele), e Pele Cheia de Vida (com fórmula revitalizadora).



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30/07
2014
Dolce, a nova fragrância D&G
Categoria(s) Fragrâncias
Ana Farias

Outro dia visitei uma amiga, e antes de sairmos da casa dela perguntei se não poderia usar um dos perfumes maravilhosos da coleção dela – que tem uma sogra viajadeira que vive presenteando com novidades do mundo perfumístico.

Dei uma cheirada em vários frascos lindos e grifados, até chegar no novo Dolce&Gabbana, o perfume Dolce. Logo me encantei pela apresentação: o frasco de vidro grosso e claro, deixando desnudo o tom esverdeado (na descrição, “tão vibrante, fresco e nítido quanto as folhas de Neroli”), e tampa de flor que dá aquele ar de objeto vintage que eu amo.

dolce by dolce e gabbana

Uma curiosidade sobre a tampa é que a flor vem como uma homenagem aos costumes sicilianos: as esculturas de marzipã dos bolos tradicionais, símbolo de perfeição – e esse perfume, gatas, é perfeito!

Extremamente feminino, tem como estrela a flor sul africana Amaryllis (segundo as informações da assessoria, usada pela primeira vez em um perfume). Abre com o aroma adocicado das folhas de neroli e flores de papaya, e conforme as notas emergem, torna-se mais floral, com uma combinação de flores brancas (Amaryllis, Vitória Régia, Narciso). O fundo tem notas de cashmere, almíscar e sândalo; traduzindo, deixa um rastro sensual, ligeiramente picante.

É complicado explicar perfume, mas esse me deu uma sensação de nostalgia, de conforto, de alegria, de riqueza (muahahaha). É um floral exuberante, que não acho que seja pra todas (quem prefere fragrâncias frescas pode achar um tanto adocicado, mas lembrem-se que o cheiro muda conforme se dissipa, e o ideal é não confiar no nariz apenas pelas notas de entrada).

Mas é caro. Ô, tão caro. Preços sugeridos: R$ 219 (30 ml), R$ 321 (50 ml), R$ 444  (100 ml). Sim, caro, caríssimo.

E a campanha, que fofura:



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28/07
2014
Looks boho #EmBuscaDaBotaPerfeita
Categoria(s) Moda, Nosso Armário
Ana Farias

Nossa, quanto tempo que não apareço aqui, hein. Tô cheia de rascunho de post, mas sabem quando você acaba tão envolvida com tantas outras coisas que não foca nem no urgente? Ando assim e tá difícil lidar.

Bom, uma das novidades é que agora faço parte da equipe do Nosso Armário (que tá vindo com um projeto bem bacana aí pra frente). A Julia Morales, dona do blog, tem organizado uns ensaios bem legais, bem no estilo mulheres reais (eu bem participei do segundo, com toda a minha timidez), com amigas blogueiras aqui do Rio.

O primeiro foi o #embuscadabotaperfeita, uma ação criada no Instagram pra que consumidoras pudessem trocar dicas de achados de botas. No final, ela produziu uma sessão de fotos com looks de pegada boho – estilo que eu amo mais do que tudo, e que veio como tendência pro inverno, continua pro verão (e, no meu caso, segue pra vida!).

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Julia Morales usa vestido Fleche D’or, acessórios Dasmanas, anéis Teresa Maddalena,
bota Carmen Steffens e bolsa de franjas Via Mia.

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Yasmin Motizuki veste camisa jeans Karamello, maxicolar Fizpan e open boots Carmen Steffens.

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Yasmin de cano longo Cecconello, Julia e Flávia Ferreira com botas do preview de verão Via Mia.

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Julia e Yasmin com vestidos Rebrun, Flávia com vestido de tricot Ambicione.

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Flávia de regata Iury Costa, casaco de tricot La Fort,
jeans destroyed Três Cores, e bijus Dasmanas.

Adorei as produções, especialmente as da Flavinha! O vestido de tricô foi amor à primeira vista, e esse último da foto é muito gatinho. Ainda essa semana posto as fotos do ensaio da semana passada, que ficaram suuuper bacanas!

Enquanto isso, se alguém tiver postado no Instagram foto com bota bonita e/ou barata, no verdadeiro estilo achado de consumidora esperta, podem taguear a Julia com #embuscadabotaperfeita. Vamos adorar!

botas

Créditos:
Fotos: Alex Fragoso
Beleza: equipe Esmell Leblon
Produção: Flávia Ferreira



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16/07
2014
Acabou e vou sentir falta (4 produtos que vale a pena conhecer)
Categoria(s) Cabelos, Demaquilante, Pele, Rosto
Ana Farias

Hora chata do dia: tirar as últimas gotas dos nossos produtos preferidos de dentro de suas embalagens… Que atire a primeira pedra quem nunca parou de usar um perfume pra deixar um restinho de fragrância no vidro! rs

Hoje vou falar de quatro queridos que me deixaram nesta semana, e que vão fazer falta. Mas estão na lista do “assim que eu precisar, tem prioridade de compra”.

Vamos a eles?

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Creme Protetor Roseliane Anti Vermelhidão (Uriage, R$140): específico para peles sensíveis, é o melhor produto que já usei pra acalmar minha rosácea. Falei dele AQUI. É uma pena que seja tão caro aqui no Brasil! Na França custa em torno de 20 euros, preciso de amigas que estejam indo pra lá! rs Deixa a pele super macia, e a diferença que faz em poucos dias de uso é gritante. Pra mim valeu super! [veio em presskit]

Express Cleansing Wipes (Bourjois, R$25): comprei sem saber nada dele numa promo da Shampoo Cosméticos, e foi uma ótima surpresa. É suave, e tira super bem a maquiagem. Acho que, financeiramente falando, é melhor deixar esse tipo de gasto pra viagens, né. Mas por mim usaria só esses lenços. E é bem econômico, um lenço tira praticamente o make todo, incluindo o rímel.

Loção Facial Adstringente Clear up (Cyzone, R$18,50): marca jovem do grupo Belcorp, essa linha pra peles oleosas é fantástica (falei dela AQUI). A loção é bifásica, é preciso mexer um pouco a embalagem pra misturar o pó. Deixa a pele sequinha e tem um cheiro mara. [veio em presskit]

Shampoo Amino Acid (Kiehl’s, R$77 a embalagem com 250ml): contém Aminoácidos e Óleo de Coco, e limpa deixando os cabelos levinhos e com um suave cheiro de coco. Amo! Já comprei umas duas vezes, e o bom é que costuma ter versão travel size (50ml) nas lojas.

Ps: gente, obrigada pelos comentários no último post (que tava forever alone aqui no blog por tanto tempo que aposto que vocês acharam que eu tava me recuperando, né? hahaha Tava sim, me recuperando do luto por essa copa que não volta mais. Pra essa rehab forçada eu queria poder dizer no no noooo). Tô lendo, respondendo e publicando aos poucos. <3



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09/07
2014
A vergonha do futebol é um certo tipo de brasileiro
Categoria(s) Off-Topic
Ana Farias

Texto completamente off-topic. Nem todo mundo gosta de futebol, e a escolha por torcer ou não torcer é um direito do trabalhador. Mas eu gosto. Muito. E já vou começar me desculpando pelos palavrões que soltarei pelo caminho. Sou meio desbocada, mas sei me controlar diante de gente com quem não tenho intimidade. Exceto quando se trata de futebol, que aprendi a ver com homens desbocados em volta. Chupa *fulano*, juiz filho da puta, e coisas bem piores fazem parte do meu vocabulário nessas horas, sinto muito, mas não sou menina boneca.

Por isso mesmo prefiro assistir jogos em família, já que tá todo mundo gritando junto e não me sinto constrangida. Aqui a gente vibra igual criança doidona de açúcar. E aguenta coração!

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Meu blog nada tem com futebol, nem entendo profundamente sobre. Apenas o suficiente pra saber o que está acontecendo numa partida, e não incomodar ninguém com perguntas além das faltas discutíveis. Emocionalmente não compreendo os motivos que fazem técnicos insistirem em escalar jogadores que não estão num bom momento, mas compreendo que se trata de um mix de simpatias pessoais, certa dose de teimosia, e também algo a ver com pressão de patrocinadores, clubes e federações (e quem entende menos que eu precisa ver o vídeo engraçadíssimo do comediante John Oliver sobre a FIFA e a Copa, legendado AQUI).

O que vou falar nada tem a ver com essa parte “intelectual” da coisa. Tem a ver com o sentimento da gente aqui do outro lado, que não pode fazer muita coisa pelo time além de torcer pra ganhar. E de torcida eu entendo. Porque já torci muito. Não fui a favor do Brasil entrar na disputa pra ser sede de Copa do Mundo, mas aconteceu? Beleza, minha torcida era pra dar tudo certo. Pras obras ficarem prontas em meio a toda corrida por superfaturamento que a gente sabia que ocorreria (e antes que abram a boca pra gritar #ForaDilma, só lembrando que ganância não é privilégio de brasileiro, assim como corrupção não é exclusividade do PT), pros estrangeiros serem bem recebidos aqui (já fui bem e mal recebida lá fora, sei a diferença que faz), enfim, pra tudo funcionar da melhor maneira possível.

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E até que tava tudo aparentemente indo bem. Copa das Copas. Até ontem. Ontem a Seleção Brasileira parou de ganhar, e pior, muito pior, perdeu feio. Perdeu de goleada. Perdeu de 7 a 1. Meu grande medo, perder por uma diferença grande de gols, possibilidade diante de um time tão mal amarrado que até eu que não entendo muito conseguia enxergar isso. Não é de hoje que a seleção se fia em talentos individuais ao invés de investir na formação de uma equipe – coisa que a Alemanha, ainda que perdendo, sempre soube fazer. E talvez role um raciocínio mais sistêmico por parte dos germânicos, enquanto nós latinos somos mais levados pelo emocional, pelo momento, pelo improviso. Estereótipos? Seja o que for, ninguém estava preparado para aquele placar – nem nós, nem os jogadores, nem os alemães.

Não chorei na hora, chorei depois, pelos jogadores arrasados, pelo desespero dos torcedores flagrados pelas câmeras, pelas lágrimas das crianças inconsoláveis por algo que desde cedo já entendem muito bem: que torcer por seu país numa Copa é muito mais do que torcer pra ganhar um jogo.

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Tem coração, tem corpo e alma, tem força, tem raça, tem significado de coletividade envolvido nisso. É por isso que amo tanto a Copa, e é por isso que saí do meu planejamento pra escrever esse texto hoje.

E é também por isso que sempre fico triste ao ver a tristeza dos perdedores, sejam eles de que país forem – mesmo os argentinos, por quem não tenho um pingo de simpatia futebolísticamente falando (costumam ser preconceituosos na zoeira, e isso é inadmissível). Minha tristeza não é pelo jogo em si – não se pode ganhar sempre – mas pelo golpe que se sofre no patriotismo mesmo. E não, gente, não tô dizendo que ser patriota seja = torcer pela seleção. Só tô dizendo que o patriotismo faz parte, tá ali incorporado à dinâmica do jogo em Copas do Mundo.

Por tudo isso, mais do que a dorzinha aguda pela perda de ontem, o que mais me entristeceu nessa história foi ver o tanto de brasileiros massacrando a seleção após a derrota. E hoje, o quanto a imprensa carniceira se fez em cima de um tombo grande que merecia amparo, e não pedrada. Não digo de passar a mão na cabeça e fingir que não faltou competência, mas de ter empatia por quem até então tava lá lutando por uma vitória que seria pra comemoração de todos. Porque perdeu, o discurso deve mudar de nós para eles?

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Fiasco, furada, pesadelo. Como se pra nós não houvessem motivos muito maiores pra uma comoção dessas, dos pontos de vista social, econômico, político, humano, educacional (na escola, claro, mas principalmente em casa). Essas coisas que sobrevivem à qualquer “pão e circo”, como dizem os cínicos que tanto falaram contra a Copa e o governo (entendido como o PT, sempre o PT, mesmo quando o assunto em questão nada tenha a ver com política, ou, caso tenha, mesmo que não seja necessariamente de alçada petista). Como se não ter Copa fosse fazer alguma diferença no quadro geral das coisas.

Mas vamos vender jornal, sejamos sensacionalistas. Vamos de #bitching, que isso é que dá ibope. Vamos ajudar a enterrar a auto-estima daqueles jogadores que não ganharam o jogo pra gente. Sem ser perfeito não presta. Como se dar as mãos à zoeira coletiva da imprensa estrangeira, formada por países que não chegaram tão longe, que perderam da gente, que corriam o risco de jogar contra a gente, que sequer entraram na Copa, que não gostam da gente, que fizeram pressão pros juízes não apitarem faltas a nosso favor, enfim, como se dar as mãos à zoeira da imprensa internacional diminuísse qualquer sentimento de incompetência provocado pela derrota. Peralá, não tenho nada a ver com esse mico não, tô de zoeira também. Cretinos.

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Ao invés de um simples “o hexa ficou pra próxima”, já que a rede é palco das maiores puxações de saco e das matérias apelativas responsáveis por mitificar AND colocar pressão nos jogadores, no Globo, jornal de maior circulação do país, o que se viu foi uma manchete asquerosa com três palavras arrasadoras: VERGONHA VEXAME HUMILHAÇÃO. Mas hein?

Desculpe aí, mas vergonha não é perder um jogo de futebol. Vexame não um placar dolorido de 7×1. Humilhação não é correr atrás do prejuízo durante 90 minutos pra ver um sonho morrer na praia. Foi feio sim, mas esses caras merecem respeito. Não mostraram um futebol tão bom a ponto de deter o timaço que enfrentava (o primeiro do campeonato), mas merecem respeito, respeito como profissionais que estão com certeza com o orgulho muito mais ferido do que o do torcedor. Vergonha é ajudar a bater em quem está caído, especialmente quando esse alguém joga no mesmo time que o nosso.

Sei o que faltou, mas também sei que eles nos deram muita alegria. Na sorte e no sufoco, mas deram. E sábado tem mais, tem disputa de terceiro lugar – que também é bom demais, coisa que você sabe se estava prestando atenção nessa Copa que tá sendo do caralho! Ainda pode ter hino gritado. Ainda tem a bunda do Hulk. Ainda vai ter muito meme do Fred antes do campeonato acabar. E em quatro anos tem mais! Então #foco #determinação #partiucopa.

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A derrota foi dura, mas pode ser nossa chance de ter alguma mudança no FUTEBOL brasileiro, que já ia mal das pernas faz tempo. Não é castigo pros governantes pelas mazelas do país, mente pequena, é oportunidade de reavaliação no esporte que é paixão nacional. Visão muito Polyana? Tá gente, pode ser, mas não vou criar cabelos brancos achando que daqui pra frente será pior. Prefiro acreditar que haverá crescimento. Por isso vou me manter na torcida.

Não disputar a final não é motivo pra tanta vergonha quanto os jornais querem nos fazer acreditar. Vergonha eu tenho é de quem acha bonito só torcer pra time que tá ganhando, gente que queima bandeira, que se acha super politizada só porque fez corinho pra mandar presidente tomar no cu, que vaia hino de outras seleções, que grita olé contra o próprio time, que tem coragem de vaiar uma garotada arrasada de frustração, que acha que perder ou ganhar Copa é determinante pra eleição, que repete o que sai das bocas das crias do CQC como se se tratassem de grandes pensadores políticos, que acredita que brasileiro é um povo menos merecedor do que qualquer outro, que acha que não deve ter orgulho de quem deu a cara a tapa só porque no final saiu derrotado. Aprendam a perder!

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Me envergonha (como citou a Cecília Pires lá no meu Instagram), é quem passou o tempo todo contra a Copa, mudou de opinião enquanto o Brasil estava ganhando, e agora tai se inchando todo e rindo da desgraça que é alheia. Teu chorume derrotista não vai apagar o fato de que o Brasil está sediando a Copa das Copas. Sim, a Copa mais foda de todas, goste você disso ou não.

Entendo os motivos que levam alguém a ser contra algo como sediar uma Copa, mas não entendo quem faz questão de torcer pro próprio país dar errado (com ou sem futebol envolvido), quem se coloca pra baixo, quem desmerece sua origem. Que quer ver sangue só pra provar seu próprio ponto pra quem pensa diferente. E não tô nem aí pros cínicos: sou torcida brasileira até o fim. Que venha o terceiro ou o quarto lugar, e não terei vergonha nenhuma disso.

Fontes das imagens: 1 2 3 4 5 6 7 (com muito David Luiz na área porque pra mim ele é a cara do Brasil nessa Copa)



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