27/01
2012
Blush cremoso Mary Kay
Categoria(s) Lançamento, MakeUp
Ana Farias

Uma coisa que eu adoro nas revistinhas de marcas que revendem produtos com consultoras é anotar as dicas de looks de make que vem junto. Tem umas que pelamor, mas outras são super usáveis.

Na revista da Eudora e na da Mary Kay tem sempre make de bom gosto. Como nem sempre tenho acesso às revistas mesmo, fico de olho nos sites. A Mary Kay disponibiliza a revista online, o que ajuda bastante.

A desse mês tá AQUI, e além dos makes (alguns com passo a passo), vi esse lançamento:

A-do-ro blush cremoso!

Não devo comprar porque tenho muitos aqui (da Dermage, da Vult, da Maybelline, da Lancôme – todos tiveram post por aqui), mas vale a pena mostrar pra vocês, né? Gosto muito dos produtos da marca.

O blush cremoso é bom pra dar só uma corzinha na pressa, é bom pra fazer base pro blush em pó (o que faz com que ele dure mais), é bom pra quem tem pele oleosa…

Relembrando posts antigos, a Gabriella Squizato, paulista linda que colaborou no TT durante um tempo, deu dicas pra aplicação de blush AQUI. A Mel Brito, outra linda de Sampa que colaborou com make, falou de aplicação de blush cremoso AQUI. Saudade dessas duas, são umas queridas. 8*)

Voltando à MK, esse look é lindo e necessário na minha vida:

Sombras Precious Pink, Sweet Plum (campeã de vendas deles), blush Sheer Bliss ( mais clarinho, o mais escuro é o Cramberry), batom Cooper Star + Malted. Claro que a foto tem tratamento e não fica idêntico exatamente, mas dá pra ter uma idéia. :)

Me pareceu que no côncavo tem um terroso, aposto na Cinnabar. Ou na Sienna, porque ela é bem branquinha. Não sei, quem conhece, o que acha?



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26/01
2012
Esmaltes lindos (sem grife)
Categoria(s) Esmaltes, Unhas
Ana Farias

Tava separando uns esmaltes aqui pra colocar na caixa de desapego, e encontrei alguns que foram lançados há um tempinho já, a coleção Trip Eliana Super Pérola.

Que é muito lindinha, vejam só:

Na ordem: Stambul, Miami, Luxemburgo, Amsterdã, Munique e Bali.

Mesmo sendo uma coleção, cada esmalte tem apelo pra quem gosta de determinado estilo – clássico, divertido, discreto, sexy.

Porque rola todo um apelo propagandístico, né, gente. Sempre acabo comprando as coleções inteiras, mesmo que não use todas, mesmo que use nenhuma. Isso é um completo desperdício de dinheiro. Até porque algumas eu acabo recebendo depois, e fica a sensação de dinheiro jogado fora (tenho comprado Colorama a 4 reais já!).

E é assim que a gente deve lidar na verdade com cada coleção lançada, não importando a marca, não é? Seguir nosso estilo, comprar só se a cor for muito atrativa e/ou o efeito muito diferente.

Mas o que chamou minha atenção mesmo é que os esmaltes são lindos, ótima cobertura, secagem rápida, e estavam no canto há meses.

Fiquei pensando no por que deles estarem na meiola de coisas pra dar, e não sendo usados. A resposta é meio óbvia, super admito que as coleções da Impala têm feito tanto a minha cabeça que é raro eu usar outra coisa. Mesmo com a quantidade de outras marcas que tenho aqui.

Por isso que parei de rodar lojas de cosméticos atrás dos vidrinhos. No máximo me permito comprar uma cor ou outra que tenha gostado mais nas visitas mensais à farmácia. Porque não dá, é muito espaço tomado com a coleção (ou o vício, depende do ponto de vista), muito dinheiro que a gente gasta aos pouquinhos, muito pouca unha pra usar isso tudo…

Quem mais tá dando um stop na compra de esmalte?



26 comentários
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25/01
2012
Vogue e o projeto The health initiative
Categoria(s) Comportamento, Moda
Ana Farias

Vira e mexe surge um zunzunzum na indústria da moda sobre o tipo de modelos que desfilam a cada temporada. Cada vez mais jovens, cada vez mais magras, isso nem é mais novidade.

Os estilistas querem não apenas que suas roupas sejam apresentadas por elas, como também compradas por elas. O público alvo de quase todas as marcas é a “garota da PUC”, jovem e bem magrinha (e rica, diga-se de passagem). Quem veste mais de 38 não tem espaço nas lojas de uma maneira geral. Quem antes era M agora é G, e quem é G de verdade (46) é impedida de comprar porque não existe modelagem pro tamanho e pronto.

Enquanto isso, as revistas estabeleceram um novo padrão pra “ser gostosa”. Gisele Bundchen, com 1m79 e 54 quilos é o exemplo de gostosura nacional – título antes levantado por mulheres com alguma carne de verdade. Então se a Gisele é gostosona, por favor, me dêem um exemplo de mulher magra. Porque pra mim ela é uma mulher bonita que é magra, não uma mulher bonita que é gostosa como entendemos, ou entendíamos, a palavra.

As cantoras e as atrizes, que estão no olhar público e servem de certa forma como modelos de comportamento (bom, na prática há controvérsias, mas vocês entendem o que quero dizer, né?), caíram todas na mesma armadilha, e emagreceram, emagreceram, emagreceram. O dia que Adele virar uma “gostosa” aos olhos da Vogue, eu desisto.

E agora os blogs, né, gente. Ao mesmo tempo que vejo pessoas super conscientes, vejo outras que parecem participar de uma competição pelo size 0. Que a gente quase nunca está satisfeita com o próprio corpo é fato, mas é estranho quando pessoas magras não se vêem como magras. E isso é uma questão que eu acho sinceramente que deveria ser levada pro consultório do analista, pra conversa particular com amigas, não pra pauta de blog. Porque o que tá escrito fica, manda uma mensagem. E essa é perigosa.

Pra mim isso tudo é uma busca de padronização feita de maneira extremamente equivocada. A indústria de moda quer adequar as consumidoras ao seu padrão de passarela, ao invés de adequar os seus produtos às necessidades das mesmas.

Esse é o mundo recente do mercado de moda, porque gente, nem precisa ir muito longe não: há dez anos atrás eu vestia 38-40, e tenho roupas até P daquela época. Enquanto isso, a Ana do HVAOff, que veste 38 hoje, já precisou comprar vestido G, porque o M ficou apertado. O normal era encontrar roupas 38-40 P, 42-44 M, 46-48 G. Quem vestia menos que 38 era PP, quem vestia mais de 48 era GG. O “padrão” era democrático, e variava seis manequins – hoje se resume a três (34-38), ou com boa vontade a quatro (acrescentando o 40).

Daí que, voltando ao tal zunzunzum, recebi uma nota dizendo que a Condé Nast International lançou um projeto de promoção de um estilo de vida saudável envolvendo as revistas Vogue ao redor do globo.

A idéia é incentivar novos hábitos entre as leitoras da revista, apresentando matérias que divulguem questões relacionadas à saúde (inclusive informações sobre distúrbios alimentares). Pelo que entendi, a edição de junho será focada em mostrar em suas páginas apenas imagens de mulheres saudáveis e maiores de idade (será que isso significa que depois de junho tudo como antes no quartel de Abrantes?).

A iniciativa foi da edição americana, surgindo como resposta à preocupação com a saúde das modelos e ao fato delas transmitirem uma imagem ideal que em nada deveria corresponder à realidade. Afinal, muitas dessas meninas são obrigadas a manter um índice de massa corporal abaixo do que seria saudável, ou seja, mostrá-las como modelos de perfeição física é o mesmo que um incentivo à anorexia/bulimia.

Não é implicância de gordinha, gente. Existem pessoas que são naturalmente magras, mas nem todo mundo nasceu pra ser magra como uma modelo – e é por isso que nem todo mundo pode ser uma. Não falo a favor da obesidade, que também é um problema. Mas é um problema que não apaga o outro.

Além disso, mesmo nesse meio outras fizeram lindamente o trabalho com mais peso do que se vê atualmente, é só olhar a geração de modelos dos anos 80 (se algo parecer errado, culpem as roupas, não as pobres moças!). Não é desculpa aceitável dizer que elas são “cabides” e que precisam ser tão magras assim. Aliás, que coisa horrível de se dizer pra alguém, “você é só um cabide”.

Bom, mas essa da Vogue eu pago pra ver, gente. Quero folhear cada página e ver se vai haver alguma mudança de hábito por parte dos editores mesmo. A frase que abre a sequência de princípios do projeto THE HEALTH INITIATIVE é a seguinte: “É bonito ser saudável”. Mas o que será ser saudável pra Vogue, exatamente?

Minha aposta? Não acredito que a revista vá sofrer nenhuma mudança significativa. Isso tem que partir como movimento do lado de cá, do lado de quem quer consumir moda e não pode.

Mas vamos acompanhar.

Enquanto isso, alguns bons posts que já li sobre o assunto (se alguém tiver mais indicações, fique à vontade):

Hoje Vou Assim Off
www.hojevouassimoff.com.br/2012/01/13/manifesto-pela-volta-do-tamanho-g
www.hojevouassimoff.com.br/2012/01/24/o-manifesto-continua

A vida como a vida quer
www.samshiraishi.com/modelos-plus-size-versus-anorexicas
www.samshiraishi.com/a-sensualidade-gg-e-as-insuportaveis-regras-de-moda-para-quem-e-diferente
www.samshiraishi.com/sobre-pesos-e-medidas-na-padronagem-textil-brasileira

Moda Trash
www.modatrash.blogspot.com/2012/01/gg-tambem-existe.html?spref=tw
www.modatrash.blogspot.com/2012/01/reflexoes.html

Smiletic
www.smiletic.com/2010/07/26/alguem-adivinha-o-manequim

Sim Senhorita
www.srtasenhorita.com/blog/2012/01/modelos-reais-vida-real-e-ai



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Minha musa Kate Moss na Vogue
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Projeto Atelier do Calçado Piccadilly
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A Vogue da Lady Gaga
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Minha musa SJP na Vogue
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DEU NO RG VOGUE
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25/01
2012
Tropical aplicado
Categoria(s) #Inspirações, Moda
Ana Farias

Tudo bem que o assunto “estampa tropical” vai virando o novo color blocking, né? rs

Mas como sou muito apaixonada por estampas (disse num dos últimos posts que mais de 90% do meu guarda-roupas é composto por elas), vou dar meu pitaco!

No post que escrevi pro Naturalmente Bonita, fiz um apanhado de referências e de dicas de uso pra quem quer cair no tropicalismo. Hoje vou mostrar dois looks pra quem quer desconstruí-lo. ;)

Pra isso vou usar dois looks do Fashion Rio (lembram que eu disse que foi tudo mega corrido e ainda tenho um bom número de posts que comecei a preparar lá? Imaginem se eu tivesse ido na SPFW, ia ter assunto até o meio do ano! rs), o primeiro clicado por mim, o segundo pelo Marcos Madi.

As duas lindas deram uma quebrada no look tropical de maneiras diferentes.

A primeira colocou a camiseta no tema dentro de um look rocker (eu até trocaria o colar pra continuar só no preto, dando foco só pra ela). Legal que dá pra ver todo o colorido da camiseta da Triton, cuja leveza contrasta com os acessórios mais pesados. Vi essa menina a quilômetros de distância, ela se destacou no meio de todo mundo.

A segunda fez o movimento contrário: ao invés de pegar elementos fortes, apagou os acessórios ao optar por peças nude. Correntinha discreta, pulseiras bege com cor que conversa com os paetês que formam a Carmem, e um sapato nada tcha tcha tcha. Ficou super fofo!  Fiquei louca por esse vestido.

Já eu “coleciono” estampas tropicais desde sempre. Perdi a conta de quantas peças com hibíscos e araras já passaram pelo meu armário. Atualmente, tenho essas que gosto muito:

1. Blusa de malha fininha da Damyller com estampa de laranjas e corte mullet (aquele que atrás é mais longo que na frente). É legal pra usar solta, e também pra prender dentro de peças com cintura alta, porque ela fica toda fofinha. Usei assim num dos looks do Fashion Rio (a Julia Morales colocou AQUI).

2. Saída de praia da TPM Live, marca do sul que eu adoro. Muita folha e hibíscos magenta, num tecido molinho delicioso. É um vestidinho abotoado na frente e com manga 3/4, perfeito. Vale a pena conhecer, eles fazem estampas incríveis, e as roupas são muito bem feitas também.

3. Túnica de uma loja que eu amo demais, e na qual sempre faço questão de ir quando estou em SP ou BH, a Luigi Bertolli. Tem sempre uma roupinha fast fashion interessante por lá, com um plus: a qualidade das peças é muito boa, sem que os preços sejam elevadíssimos.

4. Bolsa da Mister Cat comprada há anos e anos, que nunca consegui me desapegar. Pra quem não curte o tipo de estampa no corpo porque acha muito chamativo, bom levar nos acessórios. Se bem que essa é super discreta, né, gente? ;)



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24/01
2012
Pra quem tem crianças
Categoria(s) Decoração, Kids
Ana Farias

Quem tem filho pequeno vai adorar esse post. Ou não, depende do ponto de vista!

Vocês já ouviram falar na Baloian?

É uma linha de decoração para crianças e bebês, criada pelas cariocas Camila Niskier e Ticiana Malburg. São vários artigos pra cama, mesa, hora de brincar, tudo bem fofo e colorido.



O que são esses talheres, gente?

Dá vontade de arrumar um bebê correndo, né, pra ter desculpa pra ter alguns desses em casa! rs Não pra mim, vocês entenderam mal… ;)

Como disseram na apresentação da marca, eles fazem até chuchu parecer gostoso.

Pras mamães têm bolsas úteis, como essa que achei bem interessante:

Claro que só pra dar um apoio pro baby em locais seguros, né.

Úteis também os jogos americanos que são quadros negros também.

E os lençóis, outra fofurice:



Pra gente que já passou da fase de brincar de pirata e de princesa, mas que adora coisinhas decorativas bem coloridas, tem almofadas e travesseiros.

Não são exatamente pra adultos, mas né. ;)

Pra quem gostou, o site da marca é super bonitinho, e tem uma loja virtual. Os jogos de talheres custam em torno de 50 reais, os jogos americanos 40.



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24/01
2012
Vício antigo de novo: saias longas
Categoria(s) Moda
Ana Farias

Algumas roupas são tão queridas que a gente não consegue se desapegar delas, né?

Tenho algumas de quando meu manequim era 38-40, e naquela zura de vou caber de volta, vou caber de volta, elas acabaram ganhando lugar cativo numa mala – que é onde coloco todas as roupas que não uso e não quero doar, por um motivo ou por outro.

Entre elas, pelo menos umas cinco saias longas, que eu usava muito há uns dez anos atrás. Não que elas tenham saído de moda exatamente – porque né, a gente vive falando disso, não tem porque mais ficar falando nisso de está/saiu de moda, já que tudo volta num espaço de dois anos. É que deixaram de caber mesmo.

Bati o pé comigo mesma que se até dezembro elas não estiverem boas pra uso, vou passá-las pra frente. E enquanto isso não acontece, fico namorando os looks alheios.

No Fashion Rio vi um monte de saias lindas:

A preta eu considero meio que item básico do guarda roupa, porque vai do dia pra noite fácil, e fica sempre chique. Reparem só nesses dois looks, como tá bem clara essa diferença de diurno e noturno.

Outra básica é a neutra cinza ou creme, que são clarinhas e quem tem mais fofura pode achar que não pode usar, mas acredito que seja tudo uma questão de trabalhar proporção mesmo:

Vai dar uma sensação de largura maior que a saia preta, claro, mas quando a gente consegue montar um conjunto legal isso meio que se torna secundário, vocês não acham? É como diz a dupla do What Not to Wear, o que emagrece não é o preto, é o corte certo.

Por isso eu não curto muito pra mim esse tipo de saia mais justa, como a azul acima. Marca demais. Prefiro tecidos mais fluidos, como o dessa rosa linda (usada assim com camisa, acho super chique – além de ser mega confortável).

E gosto de alguma definição na cintura também. Só elástico gera um volume maior ainda pro quadril.

Muito volume assim como a dessa amarela eu acho lindo, mas acho que funciona mais pra quem tem quadril estreito. Já o modelo da coral, sequinho mas distante do corpo, cobre gordurinhas pra quem tá um pouco acima do peso.

Apesar de gostar das lisas por serem fáceis de combinar com outras peças, minha paixão absoluta é estampa. Aliás, arrumando minhas roupas pra essa semana de moda, descobri que 90% do meu armário é composto por peças estampadas!

A Luiza Bras usou essa saia de babados no primeiro dia de trabalho com O Boticário, tava lindíssima! Foi o look dela que mais amei (ela tem um bom gosto incrível, casual chique).

A saia do lado, com tecido mais estruturadinho, fiquei apaixonada!

E por fim, dois looks que achei super sofisticados. Notem a simplicidade das montações.

Com uma bela saia longa a gente quase não precisa de mais nada pra ficar chique. Ou super casual, só depende da intenção no dia. ;)

As fotos são do Marcos Madi, do Wagner Orniz e da Luciana Bomfim.



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